31 de dez de 2013

Sete Dias


Sétimo dia

Acordei e Justin não estava mais lá. Do meu lado tinha um bilhete escrito o número de seu celular e um “I love you, don’t forget” com uma caligrafia horrorosa, que ainda assim fez meu coração pular para caramba.
Tomei banho, coloquei a minha roupa e esperei na sala até minha família chegar.
Quando estava quase dormindo, com a ideia fixa de que eles tinham desistido de voltar para casa depois da insistência da minha vó (todo ano é a mesma coisa) para eles morarem lá, a porta se abriu e exibiu meu irmão com um chapéu de palha, daqueles bem caipiras.
Minha mãe abriu os braços e disse:
- Chegamos!
Corri e abracei ela forte, depois meu pai e por fim tive que me abaixar para abraçar meu irmão.
A tarde inteira eles me mostraram o que tinham feito, ganhado e trazido lá da roça. Também me mostraram fotos, vídeos e um vestido que a minha vó tinha feito para mim. Vou ter que usá-lo Natal, já que minha mãe prometeu para a minha vó que eu iria usá-lo. Não que ele seja feio, mas minha mãe tem que parar de decidir as coisas por mim.
Experimentei o vestido, e ele até que ficou bonitinho. Ele era azul escuro bem rodado, com frente única e as costas aberta. Combinei ele com minha sapatilha preta e meu colar de pérolas.
Minha mãe se sentou na minha cama, e pegou o papel de Justin. Ela franziu o cenho ao ler:
- Acho que você tem que me contar o que aconteceu durante essa semana. – ela disse com as sobrancelhas formando um arco.
- Ok. – suspirei e despejei as palavras nela, e isso levou o dia inteiro.
Minha mãe foi super compreensiva, ela falou que ama o “Juju” e tudo o mais. Coisas de mãe.
Aí antes de dormir eu vi o visor do meu celular se acender e um “Boa noite shawty” fazer eu sonhar com ele.
Epílogo
Era o Natal mais chato de todos. Eu sei que Natal é praticamente a época mais legal do ano, que eu ganho presentes, que a família se reúne e tudo mais.
Mas não era isso que importava para mim. Quero dizer, o Natal já estava acabando. Já tivemos a ceia do almoço, e agora o povo estava arrumando as sobras para o jantar. Justin me ligou hoje e a conversa foi mais ou menos assim:
- Oi Beatrice. – ele disse.
- Oi Jus. – respondi.
- Hum, ta tudo bem?
- Poderia estar melhor. – murmurei. Eu sei que era injusto, mas poderia estar melhor mesmo.
- Você está em casa? – ele perguntou.
- Estou, por quê?
- Só curiosidade. – ele disse. – Feliz Natal shawty. – pude ouvir o sorriso em sua voz.
- Feliz Natal príncipe. – sorri também.
- Tenho que desligar, te amo.
- Te amo.
Desliguei. Certo, essa conversa foi super melosa. Eu acho que se fosse em outra época eu vomitaria, mas não agora. Sei lá, é legal.
Estava sentada no sofá, quase dormindo (mas tomando um certo cuidado para não amassar meu vestido azul, porque se eu conheço minha mãe ainda ia tirar muitas fotos). Via a neve cair no peitoril da janela, e  o fogo da lareira tremeluzir.
Meus olhos iam se fechando aos poucos, e a campainha tocou.
- Atende aí Beatrice! – minha mãe gritou da cozinha.
Eu levantei, cambaleei até a porta, olhei pelo olho mágico e não vi ninguém. Abri a porta e quando abaixei meu olhar vi Justin ajoelhado com uma caixinha na mão.
Parei de respirar por um momento. A visão que eu estava tendo era magnífica. A neve ao fundo, Justin com seu cabelo ao natural, sem topete e um cachecol vermelho enrolado no pescoço. Eu gosto de Justin porque ele além de lindo tem um senso de estilo superior aos dos meninos da idade dele. Mas o que mais me encanta é seu sorriso.
- Oi. – ele disse.
- Oi. – respondi sem conseguir conter o sorriso.
- Beatrice – ele disse – aceita namorar comigo?
- Depende. – disse séria. O sorriso se desfez. – Vai ser para sempre?
- Vai ser infinito. – ele disse exibindo o sorriso que tanto amo.
- Então aceito. – sorri.
Ele abriu a caixinha e não era nenhum anel que estava dentro dela. Era uma correntinha de prata com um pingente de floco de neve. Eu olhei para aquilo meio pasma porque nunca vira algo tão bonito.
- É para você não se esquecer dessa época. – ele se explicou meio encabulado.
Nem se eu quisesse eu esqueceria, pensei e me virei e ergui meu cabelo para ele por a correntinha ali. Seus dedos gelados roçaram a minha pele mas eu em liguei, porque eu senti o frisson de novo.
Nos viramos e nos beijamos. Ouvi aqueles “owwwn” de filmes, mas não era de filme algum, era da minha própria família que eu nem sabia que assistia toda a cena.
Sorrimos entre o beijo e depois que nos separamos, Justin entrou e cumprimentou toda a minha família. Meu irmão até que gostou dele, o que foi um alívio já que ele não gosta nem de mim.
Olhei para a cena sem acreditar. E sabe aquele negócio de que era o Natal mais chato de todos? Esquece.
Esse foi o Natal da minha vida.
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THIS IS IT!Obrigada por acompanharem minha fic por esse tempo!
Vocês são demais! Feliz Ano Novo, uma vida abençoada e que seus sonhos sejam suas realidades!
Lembrem-se que a diferença que vocês esperam em 2014 está dentro de vocês, e que apesar disso, nem tudo podemos controlar.
Obrigada a todas que comentaram e que sempre estiveram aqui! Vocês são todas muito especiais. Logo em 2014 volto com Drummer Girl. 


AGORA CAPÍTULO NOVO SÓ NO ANO QUE VEM HUEHEUE

Respondendo aos comentários:
Feer Santos: Obrigada por sempre comentar, sempre te vejo nos comentários e sério, fico muito feliz de ver isso. Obrigada! 
Isadora: Ah, sério? Que maneiro! Fui lá esse ano com a minha família e amigos e foi incrível! Qual seu parque e montanha russa favorita? Ah, quase chorei lá! Tudo é tão lindo! Pode mudar sim, quem sabe você não fica milionária? HUEHEUE 
Beatriz: :D
Vitoria: Nova? Oi, seja bem vinda! Obrigada por ler! <3 i="" nbsp="">
Stephanie: :D
Luciana: Ah, sério? Que fofo! Se ele é de fato o amor da sua vida ele vai te conhecer - e o melhor, te aceitar do jeitinho que você é. Não apenas aceitar, mas amar... Né?
Nicole: Disse, mas não está escrito na fic HUEHEUE :D   


Beijos, 
Audrey!

Sete Dias

Sexto Dia
- Caramba – bati com a mão na minha testa – Eu não falei mais com a minha mãe.
Que bela filha eu sou, esquecendo da minha própria mãe. Mas quando estou com Justin ele me distrai do mundo, e que saco de clichê.
- Beatrice, de qualquer forma as torres não estavam funcionando. A nevasca travou a cidade. A energia voltou, mas não sei se já dá para ligar. Porque quando estou com você é difícil eu querer falar com outra pessoa. – ele disse e eu fiquei com vontade de beijá-lo. E é isso que eu digo. Justin me distrai.
Peguei meu celular e liguei para minha mãe.
-Filha! – ela disse, toda feliz e com alívio. – Eu vi a nevasca que deu aí e ontem tentei te ligar o dia inteiro para saber se está tudo bem.
Só ao ouvir essa frase percebi o quanto estava com saudades dela, da sua voz e das suas maluquices.
- Oi mãe! Está tudo bem, sim.
- E sobre o Justin?
- O que que tem ele? – eu sei que as mães têm o superpoder de adivinhação e tudo o mais, mas ela conseguia ver o que estava acontecendo aqui, mesmo sem estar presente?  Corei.
- Você não gosta dele. – ela disse.
É, eu o amo.
- Em uma semana as coisas mudam. – disse sem dar maiores explicações.
- Hum. Quero só ver o que a senhorita aprontou Dona Beatrice.
- Tô de boa. – ri e ela me acompanhou. Essas gírias são zoadas. Mas ela parou subitamente.
- E o Max? – ela mudou seu tom de voz.
- Nós terminamos. – disse, e esperei os fogos de artificio do outro lado. Porém o que veio foi muito estranho.
- Beatrice, eu sei como um fim de relacionamento pode ser doloroso. Muito doloroso. Dá até vontade de se matar, MAS NÃO SE MATE PORQUE SENÃO EU TE RESSUSCITO E TE MATO DE NOVO. – ela começou a gritar e eu até me sobressaltei. De repente ela voltou ao seu tom normal e compreensivo – Sério Beatrice, se precisar da mamãe pode me ligar. Eu já estou voltando. Amanhã.
- Ok mãe. –sorri.
- Beijos, se cuida.
Se eu não fizer isso, Justin faz por mim, pensei, mas respondi:
- Ok mãe. Te amo.
E desliguei o celular. Justin, para variar, me fitava.
 - Amanhã minha mãe está voltando. – disse mordendo meu lábio. Ele assentiu.
- Que horas ela volta?
- Não sei, mas acho que a tarde. A fazenda da minha vó é longe daqui. – dei de ombros – Mas por quê?
- Temos até amanhã de tarde. – ele disse, sei lá, decepcionado?
Isso era um adeus?
Eu não sei por que, mas eu corri para a minha suíte. Tranquei a porta e fiquei lá chorando. Que cena ridícula.
Ele bateu na porta.
- Beatrice, está tudo bem?
Lavei meu rosto e não respondi. Eu nem sabia por que estava chorando, mas estava. Eu não queria que essa acabasse.Aí eu lavei o rosto, e abri a porta. Sei lá. Deu vontade de por as cartas na mesa, não sei ao certo.
Eu queria saber o que aconteceria depois dessa semana. Ta certo. Eu gosto de Justin. Nós nos beijamos. Ele se machucou por minha causa, e eu sinto que vou ter uma parada cardíaca toda vez que olho para ele.
Mas tudo isso aconteceu muito rápido. Menos que uma semana. Fora que ele é dois anos mais velho, deve estar indo para a faculdade ano que vem e eu para o terceiro. E não passaram de beijos e tudo mais. Não namoramos, por mais que eu quisesse.
E como eu queria.
Assim que ele me viu, me abraçou e ficamos um tempo assim. Senti o cheiro dele e repousei minha cabeça em seu ombro. Depois de um tempo nos separamos e sentamos em minha cama, sem dizer nada.
- Você começa. – eu disse e ele coçou a cabeça.
- Eu não tenho que falar, Beatrice. Você que estava chorando no banheiro.
- Eu não quero que acabe. – eu disse. – Sabe, essa foi a melhor semana da minha vida...
- Shhh... – ele disse. - Não vai acabar.
- Mas Justin...
- Confie em mim.
- Eu confio. – disse.
- Sabe sobre o Natal? E o ano novo?
- Sei. Daqui a três dias.
- Eu não estarei em Stratford.
- O quê?! – perguntei indignada.
- Eu sei que você queria, eu também, mas eu passo o Natal com a minha família dos EUA.
Aí eu comecei a chorar mesmo. Porque em uma de nossas conversas nós havíamos planejado tudo e agora não vai ser do jeito que eu queria.
- Você mentiu!
- Eu não queria te decepcionar.
- E o que você acha que está fazendo agora?!
Ele olhou para mim, e dei um beijo na minha testa, sem dizer nada se levantou e foi saindo do meu quarto. Era o fim?
Não se eu pudesse evitar.
- Justin? – ele se virou – Eu te amo.
- Eu também te amo. – ele disse e se virou novamente.
- Fica aqui até amanhã? – perguntei e ele voltou do meu lado.
Eu deitei em seu peitoral e caí no sono. 
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 Oi! 
- 5 comentários? Se tiver 5 comentários eu posto o outro hoje ainda. 
Último dia de 2013, hein? O que aconteceu de bom esse ano com vcs? Quero saber nos comentários. Você foram uma dessas coisas boas de 2013 e que vão continuar em 2014. 
Beijos, 
Audrey!

30 de dez de 2013

Sete Dias

Quinto dia - parte 2
- Oi amor. – ele disse com a voz que antes me fazia estremecer. Quero dizer, ainda me faz. É como se eu visse uma barata. E eu não tenho medo de baratas. Tenho nojo.
Olhei de relance para Justin, que me olhava. Observei que ele recuara um ou dois passos e me dera passagem. Ele esperava alguma atitude minha.
E eu?
Eu rezei para que pelo menos uma vez na vida eu tomasse alguma atitude decente. Sem me arrepender depois.
- Maximiliano, sabe eu não sei como te contar isso.
- Não me diga que você está grávida. – ele disse com o semblante preocupado.
- Não! – quase gritei. – Isso é logicamente impossível!
- Ah. – ele suspirou aliviado. – Então o que você tem para me contar?
- Eu não gosto de você.
- Eu sei, você me ama. – ele disse se aproximando mais, e eu recuei mais alguns passos.
- Não, caramba! – disse com as mãos nas têmporas – Você não sabe levar um fora? Eu não gosto de você. Nunca gostei. Nunca te amei. Você parece um ogro!
Ele me olhou, a raiva em seus olhos esverdeados.
- Já deu para mim. – continuei falando – Eu não te suporto! Eu te usei e agora está na hora de jogar fora.
- Acabou? – ele perguntou de cenho franzido.
- Não. – disse puxando Justin e lhe dando um beijo de tirar o fôlego. O meu fôlego. Era diferente dos outros, era mais rápido e mais envolvente. Eu passava a mão na nuca de Justin e brincava com seu cabelo, ele segurava a minha cintura. Depois diminuímos o ritmo e selamos nossos lábios uma última vez. Sorri para ele e ele retribuiu o sorriso.
Olhei para Max novamente.
- Beatriz... – ele ia dizendo.
- Beatrice. – corrigi e ele deu de ombros.
- Está vendo? Eu nem tenho tempo de decorar seu nome. Eu só quero meu celular.- ele disse sério.
Eu me dirigi ao meu quarto e peguei o eletrônico preto. Era caro. E já que o negócio sentimental não deixou nenhuma marca nele, eu ia deixar a marca do meu pé em seu celular. Joguei o aparelho no chão e pisei em cima. Ou sapateei em cima. Tanto faz. Rachou a tela.
Depois, como não me contentei só com aquilo, fingi deixar cair na escada. E ele saiu pulando, quase como os olhos de Max pularam para a fora da cara.
Ele pegou do chão sem nem olhar a tela e colocou no bolso.
- Obrigado vadia. Achou mesmo que eu te aceitaria com todo seu lance da virgindade? Sou homem e tenho necessidades. – ele disse e deu um sorriso debochado.
Meu sangue ferveu, mas eu fiquei sem reação. O que aconteceu a seguir foi muito rápido.
Vi Justin avançar em Max e dar um soco no seu queixo. Max caiu e depois se levantou bem devagar. Eles trocavam olhares cruéis. O lugar onde Justin socou estava vermelho ele colocou a mão ali, ainda sorrindo com deboche. Ele se preparou para avançar mais uma vez, mas eu fechei a porta antes que isso acontecesse. Tranquei e gritei que eu nunca mais queria vê-lo e ele falou que isso era um favor que eu fazia a ele.
Afundei minha cabeça no peito de Justin e segurei o nó na garganta para que ele não se transformasse em lágrimas. Olhei para o chão e vi ele respingado de gotas vermelhas.
Olhei para a mão que Justin não estava usando para afagar minha cabeça e vi um corte no dorso dela. Segurei sua mão.
- Não foi nada. – ele disse.
- Caramba Justin, está sangrando! – disse nervosa - É lógico que foi alguma coisa!
Conduzi ele até o banheiro e coloquei a mão dele em baixo da torneira. Ele fechou os olhos e eu fui em busca da maleta de primeiros socorros.
Fechei a torneira e conduzi Justin até meu quarto.
- Senta aí. – indiquei a cama.
Ele sentou e estendeu a mão para mim. Peguei uma faixa na caixa de primeiros socorros e uma pomada. Apliquei a pomada e enrolei a faixa em torno de sua mão, fechando o curativo com um pedaço de esparadrapo.
- Obrigado. – ele disse – Vai ser enfermeira quando crescer? – ignorei o fato de que eu vou continuar essa nanica para sempre.
- Não. Odeio sangue.
- Você pareceu não ligar para o meu.
- Eu odeio qualquer tipo de sangue. Mas odeio muito mais te ver machucado.
Ele olhou para mim, meio perplexo, mas depois abriu um sorriso. Meu coração bateu mais forte e eu sorri de volta.
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Oi! 
Como vocês tão? 
- 5 comentários?
Beijos, 
Audrey.

29 de dez de 2013

Kiss or MIschief - Vida de casados - Capitulo 1


UM ANO DEPOIS


- Acho os livros? - Perguntei a Justin que descia as escadas da NOSSA casa.
 É tão bom dizer isso!
- Não, eu não achei! - Nervosinho e sem paciência é igual a Justin Bieber.
- Procurou mesmo? - Pergunto levanto minhas sobrancelhas. Balanço a cabeça e me viro para sair, mas paro. - Justin, os livros estão bem ali em cima! - Seu olhar é de raiva. Aponto para que ele pegue e logo depois saímos de casa.
- Por que isso? - Ele pergunta quando entramos no carro. - Vai nossa... Lua de mel. - Riu da maneira em que ele diz isso, parece que está tão surpreso como eu.
- Não precisa ficar desse jeito. - Coloco a mão na perna dele e dou um sorriso.
- Não me distraia. - Ele tira minha mão e percebo seu sorriso.

 Desta vez estamos na Inglaterra. Até pensamos em Paris, mas concordamos em vir onde tudo se torna magico e um tando certinho... E o cheiro é melhor.(Nada contra os Franceses!)
 Paramos em frente a um hotel grande, do tipo que só ricos se hospedariam.
- Riquinho você, né? - Digo olhando Justin, que joga as chaves para o manobrista e passa um braço pela minha cintura.
- Não seja chata ou iremos voltar para a Itália e passar nossos dias de comemoração naquela pracinha do nosso casamento. - Lembro-me perfeitamente daquela praça.

FLASH BACK -ON
 Isso foi a duas noites atras, logo depois da festa de casamento... Talvez durante a festa, para ser exata. 
 Havíamos fugido da nossa própria festa. Eu vestia meu vestido branco ainda e Justin se encontrava de terno.
- Não deveríamos fazer isso. - Digo andando para o centro de uma praça que tínhamos achado por ali.
- Eu gostei daqui. - Justin segura a barra do meu vestido para mim poder passa por um tronco que tampa a passagem de uma área que se ocupa em guardar um balanço preso a árvore.
- É bonito. - Comento me sentando no balanço e olhando a lua.
- Sabe, esse vestido é... - Ele para e olha o vestido de noiva. Suas mãos encontram a presilha que segura o véu em meu cabelo, soltam o coque e para pousam uma de cada lado do meu rosto. - Você linda, sabia? - Sua voz é um sussurro encantador, me causando arrepios por todo corpo.
 Levanto-me e chego perto dele e o beijo com paixão e precisam.
FLASH BACK -OFF

- No que esta pensando? - Justin pergunta ao meu lado.
- Naquela noite. - Respondo. Nós nos dirigimos até as escadas, tudo pelo fato de Justin ter medo de elevadores.
 Descobri isso quando ficamos presos em um. Penso comigo mesma.
- Na transa na praça ou da cerimonia? - Ele pergunta no pé do meu ouvido.
- Na transa. - Murmuro e sorriu maliciosa.
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Olá mesninas! É pequeno, mas é para vocês terem uma ideia de como será esses 10 capítulos(e aqui ta chovendo) 
Eu deveria ter postado ontem, mas tive um imprevisto e tals... 

5 Comentários?

Sete Dias

Quinto Dia
- Não. – disse assim que partimos o beijo. Justin me olhou com uma interrogação na cara, mas com um sorriso tímido. Um sorriso tímido lindo, não posso deixar de comentar. O dia já estava amanhecendo, o sol invadindo o quarto e banhando seu rosto. Tudo estava lindo, senão fosse minha boca gigante. – Isso não é certo.
- O que não é certo? – ele sussurrou.
- Esse negócio de nos beijarmos. – disse – Você não gosta de mim e é errado. – conforme ia falando minha voz ia diminuindo o volume.
- Quem disse que eu não gosto de você? – ele falou baixo novamente, o que deixava sua voz ainda mais rouca.
- Está escrito na sua testa.
Ele passou a mão pela mesma, como se tentando apagar alguma coisa que realmente estivesse escrito. Revirei os olhos.
- E além do mais você tem uma namorada! – lembrei de repente.
- Eu tenho? – perguntou confuso.
- Sim, você tem. – disse com meu olhar faiscando para a cara de desentendido dele – Me empresta seu celular.
Ele hesitou por um segundo, mas me entregou. No descanso de tela visualizei a foto que vi em um desses dias. Do Justin beijando a bochecha de uma mulher mais velha, baixinha e com os olhos verdes. E muito, mas muito, mais bonita do que eu.
- Ela. – apontei em tom de acusação.
- Ela é minha mãe. – Justin disse sem paciência.
Eu não fiquei com apenas com vontade de afundar meu rosto no travesseiro, eu realmente afundei.
- Ela é bem jovem. – comentei.
- Ela é a minha rainha. – Justin disse, sorrindo para a foto.
- Nunca a tinha visto antes.
- Eu moro com meu pai e com a namorada dele. – ele deu de ombros e vi que ele precisava mudar de assunto. Não sei como, apenas vi.
Fiquei encarando ele, em busca de algo que respondesse o por que da tristeza ainda permanente em seus olhos que hoje de madrugada – quase manhã – estão mais escuros. Ele também me olhou e cara, eu senti aquele negócio de novo. Eu ia ter uma parada cardíaca, por qual outro motivo meu coração estaria batendo tão rápido? Mas nos beijamos de novo. Dessa vez um beijo com urgência, que era feroz e ao mesmo tempo triste. Que me lembrava – de um jeito sobrenatural – despedidas. Seria errado eu dizer que não gostei, mas ainda mais errado se eu dissesse que amei.
- É... – comecei a dizer, mas fui silenciada por Justin. Ou melhor, pelo dedo dele. E eu não fiquei com vontade de mordê-lo, como faria em outra ocasião.
- Não é totalmente errado. – ele disse.
- É sim... – disse baixo.
- Não é quando uma pessoa gosta. Aí passa a ser meio errado. – ele parou por um momento – Ou meio certo.
Fiquei olhando para meus dedos. Eram tão mais fáceis de encarar do que Justin.
- Eu não queria que fosse desse jeito – ele continuou – Eu queria que tudo fosse diferente. Que você não me beijasse só porque está com o coração partido... Eu não deveria deixar isso acontecer, mas foi a minha única chance. – ele disse de cabeça baixa – Desculpa.
Fiz que sim com a cabeça, embora eu não entendesse direito por que ele estar pedindo desculpas.
- E quando eu me referi a o meio certo, ou meio errado... Só é meio porque eu gosto de você. E eu não sei se “gosto” é suficiente para dizer o que sinto.
- Não é possível... – sussurrei com a mão na boca.
Todas as vezes que o via eu sentia uma raiva imensa. Como ele conseguia ser tão fabuloso? Não era justo com pessoas normais. E também não era justo ele não reparar em mim naquela época.
Mas ele reparava.
- Eu também gosto de você. – a voz saiu entrecortada, em tom baixo, quase que ele não escutou.
E nós nos beijamos. Uma coisa curiosa a respeito de Justin era que ele me tratava como se eu fosse de porcelana, que pudesse quebrar a qualquer momento. Mas eu não tinha esse cuidado. Eu passei a mão por trás de sua nuca e juntei mais nossos corpos. O beijo não era mais calmo, era com urgência. Justin apertou minha cintura, e eu segurei seu cabelo.
E paramos por falta de ar.
- Cara eu gosto de você  demais. – disse sem fôlego.
Ele sorriu e eu repousei minha cabeça em seu peito. O coração dele também batia rápido e sem querer eu dormi.
Gosto de sonhos, mas agora prefiro minha realidade.
Depois...
Acordei e levantei rápido, o que me fez ficar um pouco tonta. Flashes de ontem inundavam a minha cabeça e eu sorria. Minha cabeça latejava um pouco, mas eu não me importava. Foi perfeito.
Só seria mais perfeito se Justin estivesse aqui, do meu lado. Aliás, onde ele se meteu?
Olhei pela janela e vi menos neve do que ante. Melhor assim.
Quando fui para a cozinha, abri os armários em busca de alguma coisa boa (queria que houvessem menos coisas orgânicas), Justin me abraçou por trás e deu um beijo no meu pescoço. Estremeci de leve e ele riu baixinho.
Ele pegou minha mão (é normal levar choques ao tocar em alguém? Pior, é normal gostar disso?) e me conduziu até a copa. Lá estava um café da manhã digno de gente rica. O que não é meu caso.
Sentamos e eu reprimi a vontade de me jogar em cima da comida. Bolo, ovos, bacon (que é uma das paixões de minha vida) e Justin – que de vez em quando dá vontade de morder.
Peguei um pedaço de bolo e ele me fitou.
- Quer Justin? – ofereci.
- Não só estou te observando. O jeito como você se movimenta é lindo.
Ok, Justin é louco. E eu gostei de ouvir isso.
Eu sorri e ele continuou me encarando. Mas que raios. Eu odeio que me observem comer (porque convenhamos, não é a coisa mais bonita de se ver e eu preciso de um babador), me deixa sem graça. E depois eu sempre deixo alguma coisa me sujar, ou cair no chão. Agora com Justin me observando é pior. Porque ele vai achar que eu como demais. E minha mãe disse que se eu continuasse comendo desse jeito eu ia morrer sozinha.
- Para Justin. – disse vendo que eu não conseguiria fazer nada com ele me observando.
- Parar com o quê? – ele perguntou, realmente sem ter ideia do que estava fazendo.
- De não comer. Não gosto de comer sozinha.
Ele riu.
- Eu já comi.
Peguei um pedaço de bolo no garfo e direcionei até a boca dele. Ele comeu e depois de muita insistência começou a comer comigo. Se uma pessoa come bastante, essa pessoa não é Justin. Porque ele come o dobro.
Então ele começou a rir, do nada.
- Que foi? – perguntei.
Ele nada disse e se inclinou na minha direção. Passou o dedo de leve, no canto esquerdo da minha boca.
Dizem que frisson é uma sensação intensa. Um arrepio. Uma agitação da alma. Era isso que eu sentia quando encontrava os olhos de Justin.
Então nos aproximamos devagar, e já podia sentir a respiração quente dele bater contra meu rosto e depois...
A campainha tocou.
Nos afastamos depressa, com as bochechas quentes.
- A neve já derreteu? – perguntei um pouco depressa.
- Sim. – ele disse.
Isso era bom. Odeio neve. Mas era irremediavelmente ruim. Eu não teria mais que ficar com Justin 24 horas. E isso me dava um aperto no coração. Porque eu só o veria uma vez por dia. Tudo bem, eu estou sozinha em casa, mas mesmo assim. Se nem eu mesma me aguento por que ele aguentaria?
Ele me ama.
Mas eu também me amo e não me aguento.
Droga de pensamentos!
- Você não vai atender? – ele perguntou.
Eu não queria atender. Porque eu tinha certeza que eu pularia no pescoço de quem quer que esse inoportuno fosse.
- Quer que eu atenda? – ele perguntou um pouco preocupado.
- Pode ser. – disse por fim – Diga que eu estou tomando banho.
Ele assentiu e foi em direção a porta. Eu respirei fundo e afundei meu rosto em mãos. Fui para meu quarto correndo – mas antes peguei um bacon porque ninguém é de ferro.
Peguei um moletom rosa que eu amo, dos Lakers, uma calça jeans nova e um tênis all star, preto clássico. Era uma roupa que eu amava, que eu demorei para escolher (tendo em vista que quase sempre pego a primeira coisa que vejo) e que eu esperava que desse a impressão de despretensiosa.
Olhei no espelho antes e quase tive um treco. Justin me beijou, abraçou e tudo mais comigo daquele jeito?
Tomei meu banho escaldante e me arrumei correndo. Tudo isso em cinco minutos. Passei um gloss meio rosado e desci as escadas.
Um silêncio mortal foi quebrado por causa do barulho dos meus pés na escada de madeira.
Meu sorriso se desfez ao ver quem estava na soleira da minha porta.
Justin o encarava com fúria e eu quis me enterrar nas cobertas para nunca mais ter que sair.
O dia estava tão bom que eu havia esquecido dele.
Max. 

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Oi! Gente, voltei de viagem! Como foi o Natal de  vcs? O meu foi passado em um restaurante e tinha um gringo do meu lado que estava sozinho. Fiquei com dó :( Eu pensei que tinha programado essa fic para acabar no dia 25, mas deixei tudo como rascunho... Aí quando fui conferir o blog, vi que não haviam essas postagens e eu não conseguia acessar de lá. Desculpa!
E valeu Ally por postar! \o/ - sem ela vcs não teriam capítulo!
Estava com saudades!
- 5 comentários? 
Beijos, 
Audrey!

28 de dez de 2013

One Shot, Christmas Eve -parte 2 !!



A menina gelou automaticamente  quando o garoto falou isso .

Nós estávamos falando que ... -Nicoly travou , e olhou pra Jazzy , que sorriu e apertou as bochechas rosadas do irmão.

Que você está muito lindo Boo, era isso. -Ele sorriu e colocou a irmã no chão . Jazzy correu pra fora do quarto da menina , que olhava Justin atenciosamente.

Nicky , eu ... -ele passou a mão nos cabelos nervoso , e a garota riu do ato dele.

Oque Justin ? -A garota estava agoniada , e queria saber logo oque ele tinha para a falar.

Olha, oque eu vou te falar é serio , então eu vou te pedir para não me interromper ok ? - Ela assentiu , e ele sorriu.

Pequena , eu quero que você me perdoe por ser idiota e não ver o tesouro que eu sempre tive na minha frente. Eu percebi , a pouco tempo , que... Eu te amo princesa, e eu não posso passar mais um dia sem você. -Ela sorria feito boba, e quando piscou, ouviu um barulho alto, como se fosse um tiro. Nicoly sentiu uma dor no peito, e colocou a mão no mesmo. Sentiu algo quente, e automaticamente olhou para sua mão, que estava manchada de sangue. Justin a olhava espantado, e rapidamente segurou a garota, que caiu fraca no chão.

Justin... -Ela sorriu passando a mão no rosto do garoto, que chorava desesperado. Ele tentava ligar pra alguém, mas só dava caixa postal. -Você é tão lindo meu amor... -Ele instintivamente sorriu ainda chorando. -Não se esqueça disso nunca ok? -Ele assentiu e mais uma vez ligou para Caitlin, que dessa vez atendeu.

CAITLIN! VEM AQUI EM CASA, AGORA! -E desligou o celular.

Justin... -Nicoly passou a mão novamente no rosto dele. -Eu te amo , meu príncipe. -E lentamente a menina foi fechando os olhos verdes e belos, que Justin tanto amava.

Não... NICOLY! Nicky por favor! Nicky, acorda ! Por favor! -Em poucos minutos a ambulância chegou, e levou a garota.

Quando eles chegaram no hospital , levaram-na para a estação de trauma, e Justin entrou em desespero, novamente.

As 15 horas da tarde, do dia 25 de dezembro, Nicoly foi declarada morta. Justin sentiu seu coração parar por um minuto, e abraçou Caitlin fortemente, e chorava como se nada mais fosse fazer essa dor que ele sentia passar.

Alguns Dias depois



Era o dia do enterro da menina. Ela estava linda, tirando a parte de estar morta. Justin estava chorando ainda desesperado, e quando viu o caixão da menina ser enterrado, ele saiu de perto correndo, e foi até o lugar que eles ficavam para se afastar de todos.



Nicky, por que ? Por que você? Por que não eu ? -Ele chorava abraçando os joelhos. -Eu te amo tanto minha linda, por que você se foi? Por  que me deixou ?



O garoto sentiu uma brisa leve e bem calma passar por ele, e por um momento ele sentiu paz no coração. O cheiro do perfume de Nicoly invadiu as narinas de Justin que sorriu e olhou a sua volta, mas logo ele percebeu que era apenas uma ilusão dele.

Justin... Não fique triste, eu posso não estar contigo,  mas eu sempre estarei aqui com você, não importa oque aconteça. -Ele olhou pra frente, e viu Nicoly acenando pra ele, e sorrindo. -Quando se sentir sozinho, fique em um lugar onde tenha vento, ou venha aqui. Estarei sempre nas brisas calmas , pra você. -Ele assentiu sorrindo.  A imagem da garota chegou perto dele, e deu-o um beijo na testa, e lentamente desapareceu.

Depois desse dia, Justin passava a maior parte do dia ali, falando sozinho. Ele estava morrendo por dentro,   e Caitlin estava percebendo isso.
Jus, olha só, se a Ni estivesse aqui, ela iria querer você bem, então para de frescura e vem sair! –Caitlin pegou na mão do garoto, e o levou pra dar uma volta. Mas mesmo assim, ele queria ficar onde ele sempre podia ver Nicoly.


5 meses depois
Tinham 5 meses já, desde o dia da morte de Nicoly. Justin mal saia de casa. Ele estava desnutrido, e com olheiras terríveis.
Nicky... –Ele estava no lugar onde ele viu o espirito de Nicoly. –Eu estou com saudades de você meu amor... –Ele sussurrava as palavras dolorosamente.
Justin! –Ele ouviu a amada gritar, e olhou pra onde veio o grito. –Aqui em cima!
Oi princesa ,tudo bem ? –Ele tossiu, e um pouco de sangue saiu da boca dele. –Merda.
Não! Oque aconteceu com você meu amor? –Ela passou a mão no rosto pálido, e magro do menino a sua frente, mas ele não sentiu.
Eu estou... –Ele tossiu novamente. –Doente pequena, só isso. –Ele tentou sorrir, mas a dor que ele sentiu, o fez sentar.
Justin, vá ao hospital, por favor! –Ela o pediu, e logo em seguida desapareceu.
No mesmo dia, Justin foi ao médico. Ele fez uma série de exames, e descobriu algo que nunca imaginou que iria acontecer. Câncer. Ele teria poucos meses até a morte.
“E foi assim, que descobri que eu iria me juntar a ela. Eu morreria em pouco tempo, e logo estaríamos próximos. Eu sempre quis ter filhos com ela, e morar numa cidade calma, ou numa fazenda com ela. Mas ela morreu jovem, e agora, eu vou também, então, quem sabe, no lado de lá, possamos ficar juntos do jeito que tínhamos que ficar.” O garoto pensava em um leve sorriso no rosto, mas com o semblante triste.
Justin ? –Caitlin, que estava com ele nos exames, o chamou.
Oi pequena. –Realmente, Caitlin era muito menor que Justin. –Oque foi ?
Eu vi ela. –Ela sussurrou assustada. –Ela pediu pra te falar, que vai estar contigo pra sempre, e pediu para eu te fazer uma coisa.
Oque Cait? –Caitlin o entregou um pingente pequeno, na verdade, a metade dele.
Era a metade do cordão que ela usava. Eu sempre guardei pra ela, pra alguém que ela realmente amasse, e esse alguém é você Bieber. –Ela entregou o pingente a ele, que sorria meio idiota.
Obrigada pequena. Vou dormir agora, até mais tarde. –Ele deu-a um beijo na bochecha, e foi pro quarto.
E nessa noite, Justin sonhou com Nicoly.
Eles estavam num parque, tinham 3 crianças correndo e brincando em volta deles, que conversavam sorrindo um pro outro.
Nicky, eu te amo sabia? –Ele passou a mão no rosto da menina. Ela estava branca, e com olheiras, mas continuava linda.
Eu também te amo Jus. –Ela sorriu, e se encostou no peito dele, dormindo em seguida, fazendo Justin acordar.
2 meses depois
Ele já estava criticamente doente. Não comia, não saia de casa, nem se quer conseguia falar. Mas nesse dia, aquele mesmo vento, de quando ele viu Nicoly após a morte pela primeira vez, voltou.  
Justin foi se ajeitando na cama lentamente, e logo sentiu alguém se deitar com ele, o abraçando. Nicoly. A imagem da menina que estava chorando, estava perfeitamente nítida para ele, que fazia carinho no rosto dela.
Jus...? –Caitlin abriu  a porta do quarto e viu a amiga deitada com Bieber, e começou a chorar. –Nicky... Oque... –Nicoly correu para os braços da amiga, e a abraçou forte. Caitlin retribuiu o abraço na mesma intensidade, e elas choravam muito. –Eu sinto sua falta vadia...
Eu também vaca... Mas eu preciso conversar com você Cait... Vamos pro teu quarto anda. –Elas saíram do quarto, entrando na porta ao lado da de Justin.
Oque houve Nicky ? –Ela perguntou curiosa e chorona.
Ele vai morrer amiga... –Nicoly abaixou a cabeça triste, e limpou as lagrimas. –Ele vai morrer hoje Cait. –Elas voltaram pro quarto, e Justin estava vendo um álbum de fotos roxo.
Oi princesas... –Ele sussurrou. Nicoly correu e o abraçou forte. –Oque foi pequena?
Nada... só estou triste. –Ela sussurrou também. Caitlin se juntou a eles na cama, e os três ficaram ali, até a noite.
Eram 8 horas da noite, quando levaram Justin para o hospital. Mas já era tarde de mais. Ele estava em casa, com Nicoly e Caitlin. Na verdade, apenas a alma dele estava.


O amor deles, apesar de ter sido demorado a ser revelado, nunca acabou. Mesmo no plano espiritual Justin e Nicoly ficaram juntos, e até hoje estão.


OOOOOOOI gente!  Tudo bom ?
 Desculpem  por demorar taaaaaaaaaaaanto assim pra postar, e por estar sem postar LWR L Eu sei como é esperar por uma fic, então me desculpem.
Espero que tenham gostado da minha “one” shot haha, amo vocês meninas, beijooos da Ana

27 de dez de 2013

Change of Habit - Sinopse & Trailer


 As garotas daqui pensam mais em como seria fugir, em como seria se libertada pelo único "príncipe" de toda Atlanta... Para falar a verdade ele é apenas o cara perfeito para as vadias da cidade.
 Não, eu não desejo ele.
 Sim, eu sou uma das vadias.
 Engraçado como só eu sei como é ser "salva" por ele.
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By: Bea