30 de mar. de 2014

Aviso - Audrey

Oi, aqui é a Audrey (de algumas shortfics, one shots e Drummer Girl). Vocês estão bem? Espero que sim, porque ficar mal é uma droga - mas é necessário. E às vezes também é necessário dar mais importância a algumas áreas da nossa vida, em outra palavra, escola. Como algumas de vocês sabem, eu mudei de escola esse ano e fui para uma bem mais difícil e que eu tenho que estudar de fato. Todo dia eu estudo, e nesse mês de provas eu estudo umas 4 horas por dia. E é por isso que eu não estou postando aqui com tanta frequência. A última coisa que postei faz dias e ainda assim não teve o número de comentários, o que me leva a me questionar se vocês estão gostando da minha escrita. Por favor, deixem nos comentários - se alguém comentar. Quero deixar claro que eu não estou saindo do blog, mas esclarecendo meu sumiço. E eu quero a opinião de vocês, mesmo. As coisas vão se ajeitar. Sei que sempre repito isso, mas é porque acredito. O que a gente ama na vida sempre se ajeita - não importa quanto tempo isso leve.

Beijos e amo vocês,
Audrey.

The boy next door (Capitulo 3)


Por Jesse
Justin me olhou e se levantou, queria que ele ficasse, mas não podia. Eu não estou apaixonada. Ele colocou sua calça tão rápido. Justin pegou o celular e deu uma risadinha, aqui me deixou mais angustiada ainda. Quem é a vadia?
"Vai fazer o que amanha a noite?" Perguntou ele, me olhando atentamente, ainda estava apenas com sua blusa.
"Não sei, por que?" Sorri meio boba.
"Vai ter uma festa amanha, podia conseguir um convite para você." Ele falou, dando pouco caso a isso. Senti-me acabada. "Tira  a blusa ai." Neguei com a cabeça, Justin sorriu de uma forma fofa. "Não?" Neguei mais uma vez, agora estava rindo da cara mal humorada que ele fazia. Justin apenas jogou seu moletom sobre o corpo e pulou a janela. Sem beijinho na testa nem nada de despedida.
Acordei com uma imensa vontade de voltar a dormir, minha cabeça latejava muito e sentia uma forte colica. Peguei meu celular, mandei uma mensagem para Charlie.
Estou passando mal, nem adianta vir aqui em casa para eu ir a escola, estou cheia de dor. Beijos, te amo, até mais. 
Menos de cinco minuto depois, ele respondeu.
Não aguenta nem um pouco? Não quero ficar sozinha, você sabe que sem você todas veem para cima, querer ser minhas "amigas", sabe, aquelas bem coloridinhas? Então, to sem saco para aturar piriguete não assumida.
Gargalhei. Amava o bom humor de Chalie. Respondi rapidamente.
Não aguento, ta muito frio e eu estou praticamente sem b"lusa de frio. Vou voltar a dormir, até mais. 
Nenhuma resposta. Aconcheguei-me na cama, joguei mais uma coberta em cima de mim, agora sim eu estava aquecida.
Minha mãe me balançou de um jeito chato, a olhei, ela sorria. Cocei meu olho e apoiei minhas costas sobre a cabeceira da cama.
"Bom dia!" Falei, sorrindo.
"Boa tarde, querida." Ela falou e passou a se sentar na minha cama. "Eu vou sair com o Brad para comprar coisas aqui pra casa, vai querer alguma coisa?"
"Posso te mandar depois por mensagem?" Falei manhosa.
'"Fala agora filha."
"Não da, tenho que ver o que o Charlie vai querer, se não você sabe, ele enche o nosso saco." Falei e ela concordou com a cabeça.
Meu estomago agora dava reviravoltas, sentia uma imensa vontade de vomitar. Credo. Charlie me respondera a mensagem das coisas que ele queria que comprasse, e ainda pediu uma nova escova de dente e shampoo.
Charlie chegara da escola agora, jogara a mochila no sofa e se jogara depois.
"Quero ligar para o Justin." Choraminguei. Charlie me lançou um olhar feio.
"Então liga." Falou ele, como se não fosse nada.
"E ai deixar na cara que gosto dele? Na na ni na não."
"Jes, fala logo que gosta do rapaz."
"Eu não falo nem pra mim, vou falar pra ele?" Dei um longo suspiro. "Amanha é o aniversario dele. Vamos ao shopping comigo?"
"Não vai dar." Respondeu ele.
"Por que?"
"Vou sair com alguns amigos."
"Ok."
"E quando a tia vai chegar com as comprar?" Perguntou Charlie, dando um bocejo.
"Sei não, acho que daqui  a pouco." Respondi.
"Ok, vou dormir um pouco, quando ela chegar me chama?" Perguntou ele.
"Não vai da, vou ir ao Shopping."
"Agora?" Perguntou.
"Sim, você vem?"
"Vou." Ele se levantou e ajeitou o cabelo. "Vamos."

Continua?

Beijão.

29 de mar. de 2014

Confident ~ Parte 2

  Don’t do it to me
Don’t do it to me
Oh, no, no, oh, no, no

Justin pegou nas coxas de Ronnie e levantou seu vestido.
Ele estava morrendo de desejo ao ver os seios da garota assim que jogou seu vestido preto no chão.


 Focused, I’m focused
She got a body like that
I ain’t never seen nothing like that



 A garota sorriu e puxou a camiseta de Justin e depois que ele mesmo tirou suas calças, revelando sua boxer preta.
Like a fantasy in front of me
I think that something special is going down

That’s right, I think she foreign
Think she foreign, got passports

Os lábios dos dois em uma proximidade tentadora. Justin apertou a bunda de Ronnie e puxou seus lábios para mais perto.
Ronnie estava consciente até que as mãos de Justin tocaram seu corpo. Nada poderia explicar como ela se sentia em chamas quando os dedos Justin deslizavam sobre sua pele.
 Mi amor started slow, got faster
She gon’ work some more, work some more
No stopping her now, no stopping her now
 Justin apertava a cintura de Ronnie com força, enquanto ela suspirava se sentindo dominada.
Os dois já estavam apenas de roupas íntimas e isso facilitou as coisas. Justin jogou Ronnie na cama, subindo por cima dela. Ronnie nunca poderia esquecer do olhar de Justin naquele momento, seus olhos estavam mais escuros. Havia um desejo incontrolável no corpo de Justin, ele esperara a vida toda por aquilo e lá estava ele. O garoto mal podia acreditar.
 Then she started dancing, sexual romancing
Nasty, but she fancy, lipstick on my satin sheets
What’s your nationality? I wonder if there’s more of you
She’s got my attention, she’s confid
As mãos de Justin passeavam por todo o corpo de Ronnie, indo de encontro ao seus seios. A garota levou a mão às costas e desabotoou o sutiã, o jogando de lado.
 Oh, no, no, oh, no, no
She’s confident
You could tell by the way she walks in the room
 Ronnie se sentiu envergonhada e Justin tinha um sorriso malicioso brincando em seus lábios. Ele olhava para a garota com luxúria e ela pôde sentir seus peitos enrijecerem assim que Justin os tocou.
Então decidiu revelar logo:- Justin... - ela o chamou. - Sou virgem.
Aquelas palavras foram como um choque para Justin.
- O quê? Eu pensei que... - Justin ficou confuso por um instante. - Quer dizer, que garota dança daquele jeito e ainda é virgem?
- O tipo de garota que não se entrega pro primeiro que vê. - ela disse e se arrependeu de ter revelado a Justin. Naquele momento, ela achava que ele era só mais um babaca qualquer. Ronnie deu um impulso para se levantar, mas Justin segurou seus braços em cima da cabeça dela.
- Ronnie, saber que eu sou o seu primeiro é a coisa mais maravilhosa que eu poderia ouvir. - Justin sorriu.
O garoto estava cada vez mais maravilhado com tudo.
- Você tem certeza? - ela perguntou.
- Nunca tive tanta certeza na minha vida.
 She said it’s her first time
I think she might of lied
Feels so good damn, and I don’t know why

 Ele assentiu e beijou os lábios da garota, o desejo voltando novamente.
 Então Justin deslizou a boca para o pescoço de Ronnie onde deixou marcas que não sairiam tão cedo. Ele sabia como envolvê-la, seu hálito fresco de menta, seu olhar, seu corpo, tudo.
Justin chupava os seios de Ronnie e a garota sentia que estava morrendo por dentro. Ela achava aquilo extremamente bom e sentia suja por isso. Ele desceu o olhar por todo o corpo da garota, a mão deslizando pela barra da calcinha dela. Ela estava completamente louca por ele, mal se segurou quando ele arrancou sua calcinha e a jogou no chão.
Ronnie não esperou, puxou a cueca de Justin com rapidez, revelando seu membro que admirou por um momento até Justin voltar a fazer seu trabalho.

  I’m addicted, something like a headache
Got me twisted, but still I gotta have it
Explosive, explosive (I could still smell her perfume)
It’s not hard to notice, that I’m open
Hypnotized by the way she moves

O garoto beijou a garota com mais ferocidade e aproveitou para adentrar seu membro na intimidade dela. Ele sorriu e ela sorriu novamente, concordando. Ronnie sabia que nunca havia estado tão certa em sua vida.
Justin começou a ir mais rápido e quanto mais rápido rápido ele ia, mais Ronnie sentia prazer.
Ela sentiu um pouco de dor no começo, mas mordeu os lábios contendo tudo.
Então a dor foi se transformando em prazer e ela não queria que aquilo acabasse.
Ela arranhou as costas do garoto e ele arqueou o corpo para ir mais fundo.
 Ronnie nunca havia sentindo aquilo antes, mas nunca se cansaria de ter Justin dentro dela.
Uma última entocada e a garota segurou fortemente os lençóis.
Justin tomou os lábios dela novamente e eles se beijaram como nunca. Ele pegou o lençol e os cobriu, ambos com um sorriso no rosto por tudo o que tinha acontecido.
- Você está bem?  - Justin perguntou.
Ronnie se deitou em seu peitoral e Justin a abraçou.
- Melhor do que nunca. - Ronnie respondeu.
O garoto sorriu.
Ele sempre sonhara com aquilo e mal acreditava que tinha conseguido.
Quer dizer, era a Ronnie, a garota confiante.

But still I gotta have it
Oh, no, no, oh, no, no
- Eu amo você, Ronnie. - Justin sussurrou.

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Oi, lindas! 
Gaby: kkkkk, prontinho :)
Ketlin: Seja bem vinda, gatinha! Obrigada pelo comentário e espero que você goste das fanfics do blog. 
Lu: Ah, obrigada, Lu! :)
Anônimo: Continuei e obrigada pelo comentário.
Aline: uaheuahe, que bom que você gostou. Prontinho!
Paty: Prontinho, linda.
Anônimo: kkkk, obrigada, gatinha.
Vic: Obrigada, minha xará. :) Olha, Vic, no momento eu acho que não tem como, mas quando a Ally, dona do blog, abrir vagas, ela com certeza vai avisar aqui.
 Obrigada por tudo. 
Vocês são simplesmente demais!
Só falta a parte final, então é isso.
Beijinhos.
 


27 de mar. de 2014

Confident ~ Parte 1

 Ouçam ouvindo Confident. xoxo

Ronnie mexeu seus quadris, acompanhando a música.
Ela usava um vestido preto colado que marcava suas curvas e um cordão com um pingente no pescoço.
 Tirou o excesso do batom vermelho.
Todos olhavam para ela e ela gostava dessa atenção.
No refrão da música, Ronnie desceu ao chão e subiu, enquanto mordia os lábios sensualmente.
- Ronnie, Ronnie, por que você faz isso comigo, garota? - Justin chegou por trás dela e ela sorriu.
- O quê, Justin? Isso? - Ronnie rebolou. - Ou isso? - ela se virou e colocou as mãos em volta do pescoço de Justin. Se aproximou, mais um centímetro e os dois se beijariam. Então ela se afastou.
A garota saiu dali e foi para perto de suas amigas. Elas riam o tempo todo e Justin queria saber o porquê. Ele foi para perto de seus amigos também, todos com copos em mãos, se acabando na bebida, mas Justin não. Justin queria estar lúcido quando chegasse a hora, a hora em que ficaria com Ronnie.
Os dois eram colegas de classe desde o ensino fundamental e Justin era apaixonado pela garota há muito tempo, nem se lembrava desde quando.
Estavam numa festa de um dos colegas e aquele era o último dia de aula. A partir dali, era cada um seguindo o seu caminho.
Porém Justin não queria que tudo terminasse assim. Justin queria que Ronnie soubesse que ele gostava dela e talvez, quem sabe, ela retribuísse esse amor. Mas a verdade é que Ronnie nunca havia namorado ninguém, ela não gostava dessas coisas. Ela gostava de só ficar e pronto, não gostava de se envolver, mesmo sabendo que era uma das garotas mais desejadas da escola e que podia ter qualquer um aos seus pés.
Ronnie tomou um gole de sua bebida, que desceu rasgando, e sorriu alegre. A bebida tinha esse poder sobre ela: de deixá-la alegre. Ela e suas amigas começaram a dançar e Ronnie se sobressaía. Isso sempre acontecia. Talvez fosse pelo seu jeito de mexer os quadris ou de rebolar. Não se sabe. O que se sabe é que ambos ela fazia muito bem.
- Eu não acredito que Justin Bieber quer você. - uma de suas amigas comentou.
- Ele é legal. - Ronnie deu de ombros.
- Legal? - a menina sorriu. - Ele é gostoso pra caramba.
- Talvez.
Ronnie deu de ombros e voltou a dançar.
Por um momento, ela pensou sobre isso.
Era o último dia do ensino médio e talvez ela nunca mais fosse ver Justin. Ela o achava um bom garoto, ele tinha lá seus atributos.
Ronnie se decidiu.
Ela era um garota rápida, sabia o que queria, sempre soube.
Ela mexeu os quadris e se virou para Justin. Justin sorriu e passou a língua nos lábios, desejando-a.  Ronnie caminhou até ele, confiante. Seus amigos olharam quando ela enfiou os dedos nos cabelos de Justin e o beijou. Justin passou a mão pelo corpo de Ronnie, aproveitando. Ele queria que aquele momento nunca acabasse, mas acabou, e Ronnie se separou.
- Eu quero você. - Justin sussurrou.
- O quê? - a garota sorriu. - Eu não posso ouvir, o som está muito alto.
- Quero. Você. - Justin repetiu.
Ela o beijou novamente, um beijo feroz, voraz, com luxúria e desejo.
Justin nem podia acreditar no que estava acontecendo. A garota dos seus sonhos estava ali, o beijando. E como ela beijava bem.
Ronnie era especial, mantinha a atenção de todos, fazia com que todos se focassem nela.
Ela era confiante.
E Justin gostava disso.
Ah, como ele gostava disso!
Ronnie também gostava de Justin, de sua pegada, de seu beijo com gosto de hortelã.
Eles se separaram aos poucos e Justin passou a mão em volta da cintura da garota.
Ronnie sorriu e limpou um pouco de seu batom vermelho que havia ficado na boca de Justin.
- Fica comigo, Ronnie. - Justin pediu à garota.
- Eu estou com você. - ela disse e se virou para ir em encontro às suas amigas, mas Justin a segurou pelo braço e colou seus corpos. Ele não a deixaria escapar, não novamente.
Ronnie sorriu. Ela gostava de garotos assim, autoritários.
Eles dançaram por um momento e se beijaram algumas vezes, mas Justin queria mais que isso. Ele queria tê-la, e só para ele. Ronnie se virou e rebolou contra os quadris de Justin.
Justin gemeu baixinho.
- Oh, não faça isso comigo. - Justin colou seus corpos novamente.
Ele puxou a garota para mais perto - como se aquilo fosse realmente possível.
Eles se beijaram, o desejo dominando seus corpos.
Justin se separou e puxou a garota pelo braço.
Justin era amigo do dono da festa e ele não se importaria se Justin usasse um dos quartos.
Então ele guiou a garota até um dos quartos.
Mal conseguiu trancar a porta com Ronnie o beijando.
Eles se beijavam como se o mundo fosse acabar no dia seguinte, como se aquilo não fosse real, como se fosse uma fantasia.
Eles se beijavam como se fosse o último dia de suas vidas.
Ambos sorriram entre o beijo.
- Até que enfim. - Justin falou. - Você é minha.
- Sou sua. - a garota concordou.

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She's confident oh no no oh no no.
Eu estava ouvindo Confident e tive a ideia de fazer uma one shot, então aqui vamos nós.
Comentem aí que eu posto a continuação.
Beijinhos da Vic. xx



26 de mar. de 2014

Classic - 07


Olhem que linda a nossa Morg hahah <3 br="">



Eram 10:00h da manhã quando Maggie me ligou. Eu havia acabado de acordar e só estava curtindo um pouco a cama. Sabe quando você acorda e está com preguiça de se levantar? Então.
- Maggie! - atendi ao telefone, surpresa.
- Morg! - Maggie falou animada. - Como você está?
- Estou bem. - me sentei na cama - E você?
- Estou ótima. - ela respondeu. - Você está gostando daí?
- Oh, sim. É um bom lugar, eu realmente estou gostando.
- E as pessoas? Como elas são? - eu podia ver ela examinando minhas palavras.
- Elas são legais, eu acho. - dei de ombros.
- Você fez amigos?
- Sim, tem a Jas.
- Não estou falando de Jas. Estou falando de... - Maggie fez uma pausa. - Como é mesmo o nome dele? Jessie...Jordan...Justin! É isso. Justin.
Fiquei surpresa.
- O quê? - levantei da cama de uma só vez. - Quem te falou sobre Justin? Como você sabe disso? Eu não acredito. Eu... eu vou matar a Jasmine!
- A Jas só quer o seu bem, Morg. Você não pode culpá-la por isso.
- Sim, eu posso. Ela não tem esse direito. Essa é a minha vida. Vocês não podem interferir. - explodi.
- Se acalme, maninha. É só um garoto.
- Tudo bem. - respirei fundo. - Estou bem.
- Como você está lidando com isso?
- Eu não sei, acho que estou lidando com isso de uma maneira agradável.
- Não minta pra mim. Jas me disse que você o socou.
- Ei. - protestei. - Isso foi quando nos conhecemos. Agora eu estou mantendo uma relação amigável com Justin.
- Certo. Eu sei o que você está pensando. Não adianta esconder isso de mim, Morg. Eu sei bem o que você está pensando. Mas eu quero te dizer uma coisa, você quer ouvir?
- Sim, eu quero.
- Acho que você precisa enterrar o passado. Deixe para trás. Esqueça isso. Você não pode se torturar por uma coisa que não existe mais.
- Eu estou tentando, Maggie, juro que estou, mas não consigo. É impossível.
- Não, não é. Você tem que ser forte, isso é uma bagagem que você vai carregar pro resto da sua vida, mas nem por isso, nem por isso, me escute bem, nem por isso você vai deixar de viver. Você não pode deixar de viver. Não pode parar sua vida por isso. Agora eu quero que você me prometa uma coisa, okay? Mas me prometa de coração. Você pode fazer isso?
 - É, eu acho que posso.
- Você não tem que achar, você tem que prometer mesmo.
- Okay, eu prometo.
- Certo. Prometa-me que vai seguir em frente.
- Maggie, eu...
- Não tem isso de ''Maggie, eu''. Prometa-me, Morg. Prometa-me.
- Tudo bem, tudo bem. Eu prometo que vou seguir em frente.
- Essa é uma promessa de coração, okay? Não pode descumprir.
- Eu sei, estou ciente disso.
- Oh, Morg, maninha... Isso é para o seu bem.. É algo que você tem que prometer para si mesma. Não adianta me falar que vai fazer uma coisa, se não for fazê-la.
- Eu vou fazer isso, Maggie, já disse que vou.
- Certo. Você sabe que é o melhor, Morg.
- Sim, eu sei.
- Ótimo, acho que vou desligar. Só liguei para saber como você estava.
- Tudo bem.
- Se cuida, maninha.
- Você também.
- E pensa sobre o que eu te falei, pode ser?
- É, eu vou pensar sobre isso. Na verdade, acho que já pensei.
- Uh, e o que decidiu?
- Vou seguir seu conselho.
- É a melhor coisa a se fazer. - eu podia ver um sorriso alegre se abrindo no rosto de Maggie. Ela realmente queria que eu ficasse bem, então eu ia ficar.
- Me ligue quando puder, okay?
- Sim, eu vou.
- Tchau, Maggie.
- Tchau, Morg. - então desligou.
Acho que foi isso que me motivou a seguir em frente, eu não sei.
Eu estava pensando sobre isso.


Naquela tarde, eu decidi arrumar a minha vida. Ela estava uma bagunça, em todos os sentidos. Então eu resolvi arrumá-la, mudar um pouco, descartar as coisas erradas e aderir as certas. Acho que isso era bom pra mim.
Quer dizer, tinha que ser.
Comecei pelas minhas malas. Desde que eu havia me mudado, eu não havia conseguido desfazer todas elas, só havia pegado algumas bijuterias e algumas roupas, mas boa parte das minhas coisas ainda estavam lá.
Passei algum tempo da tarde desfazendo as malas e arrumei cada coisa em seu devido lugar. A pequena cômoda havia ficado cheia e eu ainda nem acreditava que minha mãe tinha me obrigado a trazer um monte de coisas, já que no feriado de Ação de Graças eu estaria em casa novamente.
Quando eu fui guardar a última peça de roupa no armário, um papel caiu no chão e eu o peguei no mesmo instante.
 Siga em frente. - Mamãe.
Achei uma coincidência. Era a mesma coisa que Maggie havia me falado por telefone. Aliás, talvez fosse tanta coincidência assim.
Eu peguei uma fita adesiva e colei o bilhete na porta do meu quarto.
Acho que eu precisava ler aquilo quando as coisas começassem a parecer ruins.
É, eu acho que eu precisava de um pouco de realidade.
- Oi, Hon. - Justin adentrou em meu quarto antes que eu percebesse.
Eu fiquei com raiva por ele não ter avisado que viria, e nem por ter batido na porta, mas me controlei.
- Ei.
- Wow, o que passou por aqui? Esse quarto não estava assim ontem.
- Resolvi mudar um pouco. - dei de ombros.
- Isso é bom.
- Oh, sim.
- O dever de casa foi um dureza, não é? - ele perguntou.
- Não peguei no dever.
- Então em quem você pegou?
- Isso foi uma indireta? - levantei uma sombracelha.
- Só estou curioso para saber quem é o meu concorrente.
Revirei os olhos.
- Eu pensei que havíamos combinado de sermos apenas amigos. - declarei.
- E nós não somos?
- Não quero que me provoque.
- Eu não estou fazendo isso.
- Sim, você está.
- Vamos, pegue o dever. - Justin sentou na beirada da cama. - Eu vou te ajudar.
- E desde quando você sabe alguma coisa sobre química? - cruzei os braços.
- Desde sempre. - ele falou, naturalmente.
- Eu pensei que você não entendesse nada sobre Ciências.
- Química é diferente.
- Ah, que seja. - peguei a apostila e me sentei ao lado dele. - Quero ver se você é bom mesmo.
Nós passamos o final da tarde resolvendo algumas questões sobre a matéria.
Eu não era boa em química, nunca fui e ainda estava tentando entender como Justin havia se tornado inteligente. Quer dizer, quando fizemos o trabalho de Ciências na biblioteca, ele se mostrara bem disperso em relação ao assunto. Talvez ele não fosse bom em Ciências e sim em Química. Eu só ainda não entendia como alguém pode ser bom em Química em ruim em Ciências.
Tanto faz.
Mas eu me surpreendi muito.
Ele não era do jeito que eu pensava.
Era mais que isso.
Com certeza.
- Quer comer algo?
- Não, estou bem. - menti. A verdade é que estudar a tarde toda havia me deixado com fome. Para ser mais exata, quando eu não estava com fome?
- Eu posso preparar algo.
- Eu não estou com fome.
- Vou preparar algo. - ele se levantou e eu revirei os olhos.
Essa também era uma das coisas que me irritavam nele.
Por que ele não podia ser simplesmente um garoto normal? Por que ele tinha que ser diferente? E chato, e contraditório, e persistente.
- '' Siga em frente '' ? - Justin parou diante a porta. - Isso é algum tipo de ditado popular?
- Vai logo, idiota. - eu o empurrei para fora do quarto e o segui até a cozinha.
- Vamos ver o que temos aqui. - Justin começou a pegar algumas coisas.- O que acha de um sanduíche? - ele arqueou a sombracelha.
- Não. - declarei. - Eu já disse que não estou com fome, Bieber.
- Eu sei que você está, Hon. Eu conheço você.
- Vá, faça logo esses sanduíches.
Justin fez algo como um sanduíche natural, com alface, tomate, peito de peru, queijo branco e algumas outras coisas.  Estava uma delícia.
Nós nos sentamos à mesa e eu bebi um pouco do suco de fruta que ele havia feito
Fala sério! Era vergonhoso que ele cozinhasse melhor que eu.
- Eu quero conhecer a sua irmã. - Justin falou, do nada.
- O quê? - me assustei. - Isso não vai acontecer.
- Por que? - ele falou, a boca cheia de alface. Aquilo foi realmente engraçado. 
Gargalhei.
- Do que você  está rindo? - ele se aproximou de mim.
- Sai! - berrei. - Isso é nojento.
Ele mastigou tudo e depois limpou a boca.
- Justin. - o chamei.
- Hum? - ele levantou o olhar.
- Prometa que não vai cantar pra mim.
- Eu não posso prometer uma coisa que não vou cumprir.
- Então cumpra.
- Não posso. Eu gosto de cantar.
- E eu gosto que você cante, mas não pra mim.
Ele comeu o último pedaço do sanduíche e eu me levantei.
- Não tente fugir, Hon, a louça é sua. - Justin riu.
No final, eu acabei o convencendo a me ajudar a lavar a louça.
Fiquei pensando na minha conversa com a Maggie.
Eu havia prometido a ela que seguiria em frente e eu acho que eu poderia fazer isso.
Além do mais, acho que eu gostava de ser amiga de Justin, contanto que não fôssemos mais que isso.

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Oi, gatinhas!
Me desculpem por não ter postado no final de semana, but, eu estou em semana de provas e tenho que estudar. Aliás, eu devia estar estudando pra prova de inglês neste exato momento, mas como eu amo vocês, resolvi postar logo. Obrigada pelos comentários no capítulo passado e me desculpem por eu ser tão má, mas não vou poder responder vocês hoje porque, como eu disse anteriormente, preciso estudar agora! Mas no próximo eu respondo todas, sério.
Vocês são ótimas!
Amo vocês.
Ah, se quiserem falar comigo, me chamem no whatsapp : 033 88619918; Eu vou ficar bem feliz.
Beijinhos da Vic. xx





One Shot : Diario de Karina

Estranhamente, sempre fui boa em inglês, e não em português, a matéria que eu obviamente deveria ser melhor.
Aliás, esse fora um dos motivos para eu sair do país, e ir para Londres, com 20 anos.
Meus pais nunca apoiaram muito essa ideia de eu morar longe de Portugal, pois sempre foram muito apegados à mim e também à minha irmã, Jenna.
Eu e minha irmã nunca fomos muito proximas, mas sempre nos ajudamos quando precisavamos uma da outra.
Jenna sempre fora a menos, a mais lenta, mas sempre fora também a mais amada pela família.
Como sou a mais velha, a responsabilidade por tudo oque acontecia com ela era minha, claro.
Com 7 anos, ela queimou todo o canteiro de rosas da Nona. No caso, Nona é minha bisavó, que faleceu antes de eu completar 12 anos.
Com 15, Jenna inventou de querer colocar um piercing no freio da língua, e como eu tinha 17 na época, fui junto dela, afinal, tinha mais de 8 piercings, e os tenho até hoje.
Ao chegarmos em casa nesse dia, mamãe me olhou sorridente por eu estar com Jenna. Sem brigar conosco , na verdade comigo por eu ter ido com ela colocar o piercing, e nem nada mais.
Essa fora uma das poucas vezes que a vi sorrindo, desde a morte da Nona.
Assim que completei 18 anos, comecei a juntar dinheiro para ir para Londres. Mais dinheiro na verdade.
Porém, nesse meio tempo, minha mãe se matou.
Jenna estava em uma festa nesse dia, e eu estava na casa de Ariel, uma amiga, junto de uns amigos mais.
Eu me lembro bem desse dia. Na verdade, me lembro muito bem desse dia, cmo se fosse ontem.
Eram 8 horas da noite, quando minha vizinha, Dona Ligia me ligou aos prantos, falando poucas palavras enroladas, das quais sempre me lembrarei.

"Karina Medeiros? - perguntou-me- Aqui é sua vizinha, Ligia. " Ela tentava se acalmar, e até ali, eu não sabia oque tinha acontecido.
"Sim, Dona Ligia. Oque houve com a senhora? " Sempre a respeitei muito. Ela sempre ajudou minha família quando precisavamos, mas isso não vem ao caso agora. Depois dessa pergunta, eu cai ao chão. Dessa vez, era eu quem chorava aos prantos. Era eu quem sentia toda a dor. Como... como se tentassem arrancar minha vida a força.
Corri pra casa logo depois. Estava com medo, assustada, nervosa. Sozinha.
Ao chegar, vi um homem cujo o qual não esperava ver nunca mais. Afinal, fora ele quem quebrara meu coração em pequeninos pedaços quando eu tinha 16 anos.

"Kah, - ele veio até mim, e eu recuei - eu ... sinto muito por sua mãe. " Apesar de tudo, seu sorriso debochado o deixava extremamente sexy.
"Não, você não sente! " Esbravejei. " Saia daqui ! Saia já de minha casa ! " Gritei segurando todas as malditas lagrimas que teimavam em descer pelo meu rosto.
"Mas, Kah eu ... " Não o deixei terminar . Dei-o um forte tapa no rosto, fazendo um barulho alto.
"Saia daqui Justin ! Não quero te ver, nem te ouvir. Apenas suma da minha vida ! " Ele assentiu, e assim fez.
A ideia de sair do país, começou quando fiz 7 anos, e percebi que estava no lugar errado. Quando meu pai se matou. Quando minha vida acabou, mesmo não tendo começado.
E a mesma, se concretizou com 20 anos, exatamente 13 anos depois de eu perder tudo que importava, tudo que eu mais amava na vida.




Oii meninas, tudo bom ? Ana aqui. 
Espero que tenham gostado. Escrevi isso para uma "prova" na escola, e quis compartilhar com vocês. 
Espero que tenham visto meu recado sobre WOC, e que entendam oque estou passando. 
Não estou muito bem, mas sempre que olho o blog me alegro. Obrigada por estarem aqui sempre. 
Amo vocês, beijos beijos, Ana. 
Comentem por favor, estou pensando em fazer a parte 2 dessa 1shot. 
 

24 de mar. de 2014

Same Mistake (one shot)

A garota, Isabel, estava no trem de volta para sua cidade. Canadá era grande, e apesar de sua nacionalidade canadense, não conseguia considerar o país sua casa, pois ela ficava em uma parte muito insignificante. Quase inexistente. Repassava a conversa que tivera com sua colega de quarto, há um tempo: “Casa é diferente de lar”, afirmara Bruna.
Que diferença fazia? Isabel não tinha nenhum dos dois – ao menos sentia isso. E isso era uma merda. Ao contrário de seus colegas de faculdade, ela não ansiava pelas visitas a casa. Seus pais já se foram, e sua tia que ficara com a guarda não se importava o suficiente com sua segurança. Talvez porque amor de pai e mãe é insubstituível, ou porque sua tia nunca desejara ser responsável por ninguém além dela mesma. De uma maneira esquisita, Isabel a compreendia e foi essa uma das razões pela qual quis fazer faculdade em outra cidade. Já seus poucos amigos, os de infância, mal falavam com ela. Seu ex namorado, era ex tudo, e não ouvira notícias dele desde que terminaram. Estava sozinha.
Tais pensamentos a faziam ter dor de cabeça. Dor de coração, mas que nenhum cardiologista pudesse curar.
Dor, no mais amplo sentido da coisa.
                         
Desembarcou suas malas e pegou um táxi. Havia poucos táxis naquela cidade. Sentou-se no banco de trás, vendo as casas e memórias passarem em um borrão. Desembarcou na casa creme, estilo colonial. Deu oi a sua tia Olívia, contou um pouco de sua faculdade, mas nada além do que elas falavam ao telefone. Percebeu os movimentos robóticos de Olívia – como sempre fazia quando estava desconfortável – e decidiu sair. Fingiu não perceber o olhar de alívio quando pegou o casaco e adentrou a noite.
Andou com passos lentos, porém precisos, até o pub que seus amigos costumavam ficar. Onde todo mundo costumava ficar, na verdade. Era o único lugar que tinha para pessoas jovens como eles. Depois de alguns minutos, entrou no lugar amplo e de luzes amarelas.
Avistou depois de alguns segundos sua turma. John estava com o cabelo maior, no estilo mais hipster que já vira na vida. Greg estava com uma barbicha engraçada, que de alguma forma complementava seu sorriso brilhante. Amanda estava com o cabelo loiro em um corte médio. Riam.
Aproximou-se lentamente.
- Oi. – sussurrou, na tentativa falha de soar animada. Estava animada, mas havia algo incômodo em seu estômago.
Os três olharam e arquearam as sobrancelhas, em sincronia. Abriram sorrisos e a abraçaram, de leve. Não eram abraços apertados. Ela não sentia calor neles. Relevou e se sentou do lado de John.
Depois de muito papo furado e perguntas genéricas, entre uma piada sem graça e outra pior ainda, Amanda e Greg se beijaram. Isabel processou a informação, vasculhou seu cérebro, mas aquilo era de fato uma novidade.
- Vocês estão juntos há quanto tempo? – perguntou.
- Há um mês. – responderam sorrindo.
- Vocês não me contaram isso. – falou, e percebeu o ressentimento claro em sua voz.
Os três se entreolharam.
- Você parecia ocupada demais com a faculdade. – falou Greg cauteloso.
- Vocês nem tentaram me ligar!
- Você também não tentou ligar para a gente! – acusou John.
- Porque se vocês tivessem sentido minha falta, vocês ligariam para mim. – percebeu que as lágrimas estava vindo. Como um tsunami.
- Digo o mesmo. – Amanda disse.
Um silêncio devastador se instalou naquela mesa. No silêncio, ela entendeu muita coisa. Talvez ela não fizesse falta. E talvez eles não faziam falta para ela também. Nunca conseguiria trocar olhares com tamanha cumplicidade como eles faziam – e era isso que a incomodava. Ali não era seu lugar. Isabel ficava com eles porque eles ficavam com ela. Ali nunca fora seu lugar.
Se levantou, em silêncio, e foi embora. No meio do caminho lágrimas caíam solitárias. Porque apesar de tudo, doía não fazer parte lugar nenhum.
Por um segundo, considerou a possibilidade de voltar para casa. Mas se sua tia não conseguia lidar com ela de bom humor, nunca conseguiria suportar uma adolescente em lágrimas.
Andou sem rumo por um tempo, até parar em frente a casa de seu ex namorado. Bateu a porta, devagar. Esperava que não tivesse ninguém.
Segundos depois, ele abriu a porta. A visão de Isabel estava embaçada, mas ela ainda podia ver o semblante confuso do garoto loiro a sua frente.
- Justin. – ela sussurrou e antes que pudesse se controlar, avançou em sua direção, o abraçando.
Justin permaneceu em silêncio, passando a mão em suas costas de vez em quando enquanto ela chorava. Depois de algum tempo, conseguiu se controlar.
- Que ir para o quintal? – perguntou.
- Sim.
Lá explicou toda a situação para ele, que apenas balançava a cabeça em afirmativa. Ele a compreendia, mesmo quando o mundo parecia estar contra ela.
Em um movimento mal calculado, os dois ficaram muito próximos. A respiração se transformando em uma. Os lábios se tocaram e o sabor das lágrimas desaparecia aos poucos. Não sentia nada arder enquanto o beijava.
Não era como no começo de sua adolescência. O coração já não acelerava tanto. Mas era bom. Era familiar e tudo o que ela queria era um pouco de familiaridade no mundo. Um lugar, um alguém para se esconder no mundo.
Não conseguia ver um lugar que os dois poderiam estar juntos. Mas, por agora, parecia certo.
- Pensei que fôssemos um erro.
Ela pensou por um instante. Somos um erro, um defeito do universo.
- Somos o melhor erro que existe.

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Faz tanto tempo que não posto que é até esquisito começar uma nota final. Em primeiro lugar, me desculpe gente. Escrever é uma das coisas que realmente gosto, e se não fosse por uma boa razão eu estaria mais presente no blog. Algumas coisas aconteceram nesse período, mas espero que entendam. Não posso afirmar quando vou postar novamente, mas eu vou. As coisas vão se ajustar uma hora. Senti falta de vocês. Tá?
- 7 comentários? 
Respondendo aos comentários de Happily. (Se não leu, clica > aqui <.): 
Feer: Obrigada, Fer! Que bom que você gostou, sério, sua opinião é bem importante para mim! 
Fc Beliebers: Sério? Fique sempre a vontade para comentar, e que bom que você gostou! Ah, e sobre seu blog, no começo pode ser difícil, mas não desista! Só não sigo porque sou moderadora desse blog e não dona... Pretendo passar lá assim que tiver tempo. Beijos e boa sorte!
Bruna: Oi! Mesmo? Muito obrigada por comentar! 
Gaby: Ai, meu coração tá dando pulinhos de felicidade! Obrigada por comentar. Beijos!
Patrícia: Obrigada! Beijos!
Lu: Own, digo o mesmo Lu! Você é uma fofa, e não sabe o quanto fico feliz de te ver comentando (e positivamente!). Tentarei postar com mais frequência. Beijos!
Victória: Ah, obrigada! :D
Nathalia Patrick: AH MENTIRA! MENTIRAAAA! Não acredito que você é de Taubaté-SP, eu também sou! Espero que leia isso um dia hehe. Que estranho encontrar alguém da minha cidade aqui!
Isadora: Sério? Nossa, isso significa muito para mim! Muito obrigada por comentar. Beijos!

Beijos, 
Audrey. 

The boy next door (Capitulo 2)


Molly saia da escola, seu uniforme era cinza e seu cabelo preso em um rabo de cavalo. Não parecia mais ser mais velha, mas era tão fofa. Ela entrou no carro e jogou a mochila no banco traseiro. Olhou-me e sorriu de lado.
"Conta ai o que aconteceu na boate." Liguei o carro o suspirei, segui para uma lanchonete.
"Ela dançou, dançou, dançou, se jogou para todo mundo, me viu e ficou com um cara na minha frente." Molly gargalhou, a olhei aborrecido.
"Só isso? Sério?" Ela sorriu para mim ao ver minha cara. Que sorriso lindo. Sorri também. "Deixa ela de lado também."
"Mas ela é gostosa de mais!" Parei o carro em frente a lanchonete. Molly saiu primeiro, indo procurar mesa.
Ela comia seu lanche como se fosse a coisa mais gostosa do mundo, parecia uma criancinha pequena quando come um doce. Gargalhei.
"Ta olhando o que? Comi só um biscoito hoje." Resmungou ela.
"Calma, mocinha, mais educada com seu irmão mais velho." Falei, Molly gargalhou e bebeu um pouco do refrigerante. "Vai querer sobremesa?"
"Quero sim!" Molly deu a ultima mordida no lanche e começou a comer as batatas. "Mas eu posso escolher a que eu quiser?"
"A que você quiser." Falei e ela concordou e passou a ver o cardapio. "Mas não pode demorar muito, tenho que voltar para o estagio daqui a pouco."
"Pouco quanto?"
"Uma hora."
"Sério?" Molly fez um bico. Sorri.
"Desculpa, mas é meu horario." Falei e bebi um pouco do refrigerante de Molly.
"Pede um sunday para mim?"
"Molly, ta frio!"
"Como você é chato."
"Pede algo quente."
"Um bolo?" Molly perguntou e eu concordei.
Parei em frente a casa de Molly. Ela me abraçou, sua mão acariciava minha nuca, apertei e dei-lhe um beijo na bochecha.
"Tchau Jus." Ela falou e sorriu de lado. "Foi bom te ver hoje."
"Posso fazer o mesmo sexta que vem?"
"Não só pode como deve." Ela saiu e entrou saltitando dentro de casa. 

Parei em frente a casa de Jesse, sua janela estava aberta e ela estava apoiada sobre ela, estava linda e atraente. 
"Jus, pode subir se quiser." A olhei e subi as escadas. Pulei sua janela e a puxei para mim. 
Seus labios colaram aos meus, sua mão puxava minha camisa, tentava tira-la. Arranquei sua camisola e a joguei na cama.


OBRIGADA PELOS COMENTARIOS. 

22 de mar. de 2014

Classic - 06

ps1. Leiam ouvindo Just the way you are - Bruno Mars.
ps2. É a partir desse capítulo que tudo muda.


Justin deixou o microfone cair, o que fez um barulho irritante.
Eu coloquei minhas mãos nos ouvidos enquanto esperava ele pegar o microfone do chão.
Ele sorriu desajeitado e olhou para mim.
Revirei os olhos.
Bebi mais um gole de cerveja, tentando fugir da realidade.
- Eu vou cantar uma música - Justin falou. - É  uma música pra alguém muito marrentinha, ela é dura, a rainha do gelo. Mas realmente gosto dela e, apesar dela me achar um idiota - ele levantou um dedo -,eu continuo gostando dela. Hon, essa é pra você. - e apontou pra mim.
Eu queria ser um avestruz para poder afundar minha cabeça num buraco, mas, como eu não era, apenas morri de vergonha. Não é muito legal quando todo mundo resolve te olhar. E tudo isso por causa do Justin. Ele não sabia que eu detestava esse tipo de atenção?
Aliás, que diabos ele estava fazendo?
- Oh her eyes, her eyes make the stars look like they're not shining - ele começou a cantar, suave. Sua voz era bonita. Apesar de um pouco rouca, conseguia ser bonita. - Her hair, her hair falls perfectly without her trying.
Justin respirou fundo e continuou a cantar.

Yeah I know, I know when I compliment her she won't believe me. And it's so, it's so sad to think that she don't see what I see. When I see your face there's not a thing that I would change. 'Cause you're amazing
just the way you are.

Era Just The Way You Are, do Bruno Mars. Eu adorava aquela música, era uma das minhas preferidas.
Mantive-me intacta quando todos bateram palmas. Assovios e mais assovios, as pessoas foram à loucura. Justin realmente tinha uma boa voz. Ele terminou de cantar e procurou por meu olhar.
Eu queria matá-lo.
Eu estava queimando de raiva por dentro.
Jasmine assoviou ao meu lado e eu achei aquilo a gota d'água.
Justin desceu do palco e veio em minha direção.
Eu corri.
Acho que correr foi a melhor opção. Eu não sabia lidar com situações como aquela, eu nunca soube.
- Morg, aonde você ... - Jasmine começou a dizer, mas eu não fiquei lá para ouvir o resto da frase
 Corri até sair do pub e depois eu corri mais ainda. Será que ninguém entendia o quanto aquilo era difícil pra mim? A rua estava escura e eu corri até uma avenida mais iluminada. Corri pela calçada e atravessei a rua, os carros buzinaram e eu continuei correndo.
Eu não corri como pela manhã, corri melhor que isso. Acho que pela manhã eu não estava com energia suficiente, mas agora a adrenalina percorria meu corpo e eu podia sentir isso.
Cheguei à uma praça e me sentei em um dos bancos. Abracei meus joelhos e suspirei.
Justin havia cantado pra mim.
Ele realmente havia cantado pra mim.
Ninguém nunca havia cantado pra mim.
Eu estava em choque.
Não faça ninguém gostar de você.
Não faça ninguém gostar de você.
Não faça ninguém gostar de você.
Não se envolva com ninguém.
Com ninguém.
- Com ninguém. - sussurrei.
Isso não podia estar acontecendo comigo, não novamente.
- Eu canto tão mal assim? - Justin deslizou ao meu lado, no banco.
- Eu não acredito que você está aqui. - falei baixinho. - Pode me deixar sozinha, Justin? É sério.
- Sabe, Hon. - ele começou e me virei para encará-lo. - Eu acho que você é a única menina que eu conheço que corre de tudo.
- Eu não corro de tudo. - afirmei.
- Sim, você corre. - ele umedeceu os lábios. - Nenhuma garota na face da Terra correria quando um garoto cantasse uma música pra ela.
- Eu só não gosto dessas coisas. - dei de ombros.
Silêncio.
- Por que correu?
- Por que cantou pra mim?
- Eu gosto de cantar.
- Eu não gosto que cantem pra mim.
- Certo, eu respeito seus motivos, mesmo não sabendo quais são.
- Era uma boa música, mas não pra mim. - comentei.
Silêncio.
- Volta pra lá. -pedi.
- Não quero.
- É melhor. - encarei- o. - Não precisa ficar aqui.
- Mas eu quero ficar aqui.
Silêncio.
- Rainha do Gelo. - falei.
- Não foi isso o que eu quis dizer. - ele se defendeu.
- Justin, eu... - comecei a dizer.
- Hon, eu entendi que você não quer se envolver com ninguém e respeito isso.
- Certeza?
Justin assentiu.
- Podemos ser amigos.
- Não acho uma boa ideia.
- Não precisa achar.
Revirei os olhos.
Justin era irritante, mas eu estava gostando disso.
Eu queria ser apenas amiga dele, ou de qualquer outra pessoa.
Acho que no fundo, apesar de toda aquela fachada de machão e pegador, ele era um bom cara. Acho que eu gostaria de ser amiga dele. Ele realmente era um garoto legal.
Não sei porque eu estava pensando sobre Justin dessa maneira. Talvez fosse o efeito do álcool, não sei. Eu só sei que eu estava querendo me desprender do passado e que Justin era uma boa maneira de se começar a fazer isso.
- Só amigos. - decretei.
- É, mas se você quiser mudar de ideia, sabe que... - ele começou.
- Justin! - dei-lhe um tapa no ombro.
Rimos por um momento.
Tudo estava diferente, eu sentia isso. Esse era um dos lados bons de Justin, em um momento você poderia estar falando sobre um assunto sério e no outro, poderia estar rindo. Isso era bom. A única coisa que eu não queria era que ele misturasse as coisas. Eu queria que ele respeitasse meu espaço.
- Certo, tem algumas condições.
- Pode falar, senhorita.
- Primeira, não quero que você tente nada. Segunda, não quero que cante pra mim. Terceira, não me chame de ' Hon ' . É ridículo.
- Não, não é.
- Oh, meu Deus! É sim.
-  Eu não aceito as condições.
- É isso ou nada.
- Não aceito, mas acho que vamos ser bons amigos.
Não podia se discutir com Justin. Eu sabia que daqui pra frente as coisas mudariam, não importava o que acontecesse.
Me levantei e estremeci quando senti o frio.
Passei a mão nos braços numa forma de me proteger.
Era como uma mania. Eu tinha isso desde criança.
- Quer o meu casaco?
- Ah, qual é? - gargalhei. - Isso aqui não é um filme americano.
- Toma. - ele estendeu o casaco pra mim.
- Eu não quero, posso lidar com isso.
- Você é muito marrenta.
- Cala a boca, eu não te pedi opinião.
- Uh, certo. - Justin levantou as mãos para o alto.
Então um vento forte bateu contra minha pele e eu estremeci novamente.
- Me dá logo essa droga de casaco.

- Onde está Jasmine? - Justin perguntou quando entramos no meu dormitório.
- Ela me passou uma mensagem, está com o Luke.
- Luke? - ele arqueou uma sombracelha.
- O namorado dela.
 Entrei no meu quarto e Justin me seguiu.
Tirei os sapatos e ele se sentou na beirada da cama.
- Justin, não é porque eu não quero mais te matar que significa que viramos melhores amigos. Somos só amigos. Não mais que isso.
Justin pareceu não se importar e começou a cutucar as minhas coisas.
Peguei meu pijama dentro da mala, que estava uma bagunça porque eu ainda não tinha a desfeito totalmente, e fui para o banheiro. Troquei de roupa e escovei os dentes.
- Quem é? - Justin perguntou vendo um porta-retrato com uma foto minha e da Maggie. Estávamos em fantasias para o Dia das Bruxas, Maggie estava vestida de fada e eu de vampira, ela sorria enquanto eu apenas fazia uma careta.
- A minha irmã.
- Duas de você no mundo? Meu Deus, não posso acreditar.
- Idiota.
- E esse, quem é? - ele estava com a minha caixinha de bijuterias em mãos.
- Esse quem? - me aproximei.
Justin pegou uma foto que eu nem sabia que estava lá.
Eu fiquei intacta por um momento. Era ele. Meu coração acelerou e meu sangue ferveu.
Foi como um choque, como se meu corpo estivesse recebendo uma descarga elétrica. Eu respirei fundo e me contive para não chorar ali, naquele momento.
E então tudo veio como um flahsback, como lembranças daquela época, de cada detalhe, de tudo o que houve.
- Justin, eu estou com sono, acho melhor você ir agora.
- Certo. Até amanhã, Hon. - ele disse e eu acompanhei até a porta. Antes de fechá-la, Justin a segurou com o pé. - A propósito, você está linda com esse pijama.
Não respondi.
Apenas tranquei a porta atrás de mim e desabei diante dela.

No outro dia, Maggie me ligou e eu acho que aquela ligação realmente mudou as coisas.

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Oi, gatinhas.
Como vocês estão?
Eu sou uma pessoa horrível, não sou? Demorei um ano pra postar. Me desculpem ): .
 Deixa eu falar uma coisa pra vocês: A Morgan tem seus motivos, okay? Ela não é assim porque ela quer, ela sofreu um trauma no passado e ficou desse jeito. Então, não julguem ela, obrigada. Como eu disse, é a partir desse capítulo que as coisas mudam porque eles se tornam amigos e pá.

Feer: Huahuehauhe, eu não sou malvada. Meu Deus! Mas não vou revelar agora, haha. Obrigada por comentar, eu amo seus comentários!
Julia: Prontinho!
Lu: Obrigadaa, gatinha. Continuei. E que bom que você está gostando da fic. :)
Patty: Ai, meu Deus! Que linda você, obrigada pelo carinho.
Anônimo: Obrigada e, ah, vou anotar a sugestão. É que eu tô meio sem tempo esse mês. Me desculpe e obrigada por comentar.
Nath: Huhahaueaheuh, ai, Nath, eu adoro seus comentários. Obrigada!
Vic: (minha xará, uhul) Obrigada!!! Sério mesmo, muito obrigada.
Viih : Obrigada. Eu não posso revelar o que aconteceu por agora, mas. (...)  e obrigada de novo kk.
Ketlin: kkkkkk, desculpa por te deixar na curiosa, mas enfim...hahah, obrigada pelo comentário <3 .="" p="">Duda: Duuuda, seus comentários são maravilhosos. Obrigada por comentar sempre. :)
Joana: Pronto. :]
Isa: Obrigada! Continuei.

Gente, se vocês quiserem opinar sobre a fic, fiquem a vontade para deixar algo sobre isso nos comentários. Eu não me importo com críticas e sugestões. Na verdade eu até gosto, então sintam-se a vontade para falarem o que quiserem.
Obrigada mais uma vez.
Vocês são demais, as melhores!
Beijinhos da Vic. xx

ps3. Só avisando que talvez eu continue a fic hoje mesmo ou amanhã.


 

18 de mar. de 2014

World Of Chances, MEGA AVISO SUPER IMPORTANTE

OOOI MENINAAAS LINDAS
Ana na area u.u

Então, sobre WOC : Vou reescrever ela.
Vão ter 10 capítulos contadinhos , exatamente 10 capítulos, e depois dessa história eu vou começar outra, que eu tenho em mente aqui.
Então, espero que entendam que eu estou REESCREVENDO WOC , e que talvez demore um pouco pra postar, porque eu meio que estou de castigo. Fiz besteira aqui em casa, desculpem.

AH
MUDEI DE NUMERO NO WPP , AGORA É 022999205386


BEIJINHOS, BEIJOES 


ANA :) 


Se tiverem ideias pra mim, podem me mandar no whats e aqui também. 
Beijos 

11 de mar. de 2014

The boy next door (Capitulo 1)


"Charlie, tem certeza que nós vamos entrar?" Perguntei á ele, que mexia em seu cabelo, tentando deixa-lo como queria. Ele estava lindo. 
"Sim! Nunca te meti em furada, você sabe disso." Ele me olhou, girou-me e logo assoviou. Sorri. "Termina de contar sobre o carinha." 
"Não nos vemos a umas duas semanas. Ele simplesmente me olha, não cumprimenta, passa reto." Joguei-me em sua cama, Charlie se jogou ao meu lado. Clara, mais conhecida como Clarinha, terminou com ele, essa boate seria um recomeço para os dois.
"Esquece ele." Falou, sua voz doce estava fria. 
"Não quero." 
"Então, está na hora de parar de agir feito uma vadia e mostrar que gosta dele!" Aquilo foi como uma facada em minhas costas. Ele nunca havia me chamado de vadia, não tão sério. Me sentei. O olhei. Seus olhos azuis estavam apagados. Charlie é lindo, seu cabelo é preto, sua pele é bronzeada e seus olhos azuis como piscinas recém limpas. Um garoto que toda garota desejará, pois além de lindo era doce e gentil, e ainda por cima, um ótimo amigo. Até agora. Vadia. "Jes?" 
"Desculpa, sua hora acabou." Levantei-me, Charlie apenas gargalhou, o que me deixou ainda mais irritada. Como ele ousa?
"Senta logo ai. Eu te chamei de vadia, não foi um qualquer." Ele me puxou para um abraço, não contive o sorriso. Eu amo esse garoto. O apertei, pude escuta-lo resmungar, mas logo ele retribuiu o abraço apertado. Nossa amizade era estranha. Brigamos. Nos reconciliamos. Tudo volta ao normal. Estranha. 
"Aghr! Quando essa festa começa?" Ele olhou no celular e logo olhou-me. 
"Lá pras nove horas, mas vamos chegar lá as onze." Olhei-o desacreditando em suas palavras. Normalmente chegávamos as uma da manha nas festas, para ter tempo para dormir. 

"Assim, tão cedo?" Ele concordou. "Por que?" 

"Porque lota as onze e meia. Já fui lá." Concordei. Ainda eram sete horas, eu tinha tempo de sobra, porém, nós estávamos prontos para ir a festa de um carinha da escola.

"Então, está pronto?" Perguntei, o olhando.

"Só falta passar o perfume."

"Posso pegar um da sua mãe emprestado?" 

"Pede pra ela." Concordei. 
O quarto da mãe de Charlie era enorme, sua cama estilo cama de princesa, com aquele pano cobrindo-a e bom, seu closet não tinha explicações! O vestido que estou usando era dela quando jovem, me deu semana passada, e ficou super contente ao me ver vestindo-o. 

"Oh minha filha, ficou tão linda nele!" Comentou ela, me abraçando forte. Como conheço o Charlie a mais de dez anos, Scarlet já me considera como uma filha. 

"Obrigado." Respondi e logo fui até as enormes sacolas no canto do quarto. Acabara de voltar de viajem, eu queria um presente. 
"Espera ai, é surpresa, só amanha." Ela me arrastou para o outro lado. "O que você quer? Por que veio até aqui?" Perguntou, passando sua mão pelo meu rosto. 

"Perfume e um batom." Ela me olhou, fingiu uma cara de séria e logo caiu a gargalhar. 
"Eu não acredito que você ainda pede." Ela sorriu. "Você já sabe onde fica." 

A festa estava animada, mas só o fato de ver todos da escola, já me deu um desgosto de estar ali. Odeio festa estudantis. Todo mundo que você conhece, nenhuma pessoa diferente. Era disso que eu precisava, pessoas diferentes. 

Por Justin
Jason cutucou meu braço, apontando para uma garota cujos cabelos chegavam até a sua bunda. Eu a conhecia. Era Caitlin, uma garota atraente e gostosa que estuda comigo na faculdade. Me da mole desde que cheguei. Olhei para Jason e neguei. Linda, mas hoje não. Louren chegou com uma bandeja, quatro copos de cerveja. Ryan, Jason, Louren, eu. Peguei um copo, bebi um pouco. A festa estava de mais, mas alguma coisa fazia aquelas garotas parecerem cada vez mais feias. Eu estava odiando essa festa. Eu queria voltar e ir a casa dela
Duas garotas sentaram-se em nossa mesa, Julie e Holli, Louren quase avançou em uma terceira garota, que estava dando mole para Jason. Julie sentou-se em meu colo, beijava meu pescoço, mas aquilo estava sendo nojento. Ela estava lambendo meu pescoço, e não, eu não estava ficando com tesão, aquilo estava fazendo eu querer joga-la no chão. Ryan também não havia gostado de Holli, pois assim que a garota tentou beija-lo, usou a desculpa de que estava namorando. 

"Onde ela está?" Perguntou ela, com um ar de desconfiada. 

"Ali." Ele correu para Caitlin que dançava, a agarrou, ela não tentou se soltar. As duas finalmente foram embora. Resolvi dançar. 
Uma garota linda aparecera. Ela era morena, seus cabelos pretos , parecia ser mais nova,pelo menos uns 17 anos tinha, mas não me importava. Ela era gostosa. Estava parada com as amigas em uma parte menos movimentada. Cheguei. Perguntei seu nome, ela ficara timida e logo uma amiga sua falou. 

"Coisa feia,  vem aqui e deixa uma criança envergonhada." Apenas sorri e respondi.

"Se ela quiser, posso dar um beijinho para passar." Pude escuta-la rir e logo desgrudar-se da amiga. Virou-se para mim. Ela era linda mesmo. 

"Me chamo Moly, e o seu?" Falou ela. Sua voz era doce e fofa. 

"Me chamo Justin. Prazer Moly." Respondi. Eu queria escuta-la novamente. "E quantos anos você tem?" Ela gargalhou, e logo negou com a cabeça. Não falaria. "Eu falo a minha primeiro e depois você fala a sua." Ela concordou. "Tenho 19, e você?" Ela jogou o pouco cabelo que tinha para trás. 

"Tenho 14 anos." Eu acho que meu queixo caiu, pois ela gargalhou de uma tal forma. 

"Já te falaram que parece mais velha?" Ela concordou. Eu tenho idade para ser o irmão mais velho dela. 
As horas passaram e eu nem percebi. Conversara com Moly de uma forma, que parecia mesmo que ela era mais velha. A vontade que tinha de ficar com ela desaparecerá, veio uma ternura no lugar. A garota era meiga, e muitos homens se aproximavam, e eu ficava irritado. Eu estava cuidando dela, era como se fosse minha irmã mais nova. Suas amigas voltaram, falaram que tinham que ir embora, o pai de Ashley já estava ai. Eu a olhei. 

"Pode me passar seu telefone?" Perguntei, já entregando meu celular a ela. Moly sorriu de uma forma delicada e logo devolveu o celular com o seu numero anotado. Estava comoMoly, sua futura amiga. Ela queria deixar claro que não haveria nada conosco. Me virei para a pista de dança novamente. Uma dança sensual estava ocorrendo, seus cabelos loiros balançavam no ritmo da musica. Era ela. 

E ai, o que acharam? Bom, essa fic vai ter muita putaria, e bom, como eu fiz um melhor amigo para Jesse, quis fazer uma melhor amiga para o Justin. Espero que tenho gostado, beijão.

6 de mar. de 2014

The boy next door (prólogo)

Justin tacava pequenas pedra na janela, querendo chamar minha atenção e conseguiu. Fui até o telhado, pude ve-lo perfeitamente lá em baixo, seu cabelo estava bagunçado e seus olhos estavam refletidos na luz dos postes. 
"O que quer, Bieber?" Falei, de um modo engraçado, fazendo ate mesmo ele rir.
"Jes, Jes, Jes." Falou ele, de um jeito sedutor, fazendo minhas pernas ficarem bambas e uma louca vontade de agarra-lo. 
"Por que não sobe aqui, Bieber?" Falei, o mesmo sorriu malicioso. 
"Por que não desce?" Provocou-me, sorrindo malicioso. 
"Suba logo, ou vai querer ficar ai congelado?" Ele sorriu mais uma vez e logo começou a subir na escada de madeira. Entrei e sentei-me na cama, Justin logo apareceu, ele estava com um casaco grosso, tampando a maior parte do seu corpo. O puxei para perto, e fechei a janela, Justin tirou o casaco, ficando apenas com uma blusa apertada que deixava a marcado seu corpo definido. 
"Por que veio?" Falei, acariciando-o. 
"Estava com saudades." Respondeu ele, puxando minha cintura, seus lábios logo tocaram meu pescoço, sua mão passava pela minha barriga, logo subindo para os meus seios. Justin me jogou na cama, começou a beijar-me, um beijo intenso e doce. Senti suas mãos puxarem  minha blusa. 
"A porta está trancada?" Perguntou Justin, voltando a beijar meu pescoço. 
"Deve esta, sempre está" Desabotoei sua calça, pude sentir que seu membro estava ereto. Justin tirou minha saia e logo passou a olhar-me apenas de calcinha e sutiã. Justin tirou minha calcinha e começou a penetrar-me. Já estavamos suados e haviamos chegado a nosso limite, Justin jogou sua perna sobre a minha e me abraçou pela cintura, me soltei. 
"Hora de ir, Bieber!" Falei, cutucando sua barriga. Ele olhou e logo sorriu frio, colocou a roupa e saiu pela janela. Ele foi até a terceira casa e entrou. Não pude mais vê-lo. Coloquei novamente minha roupa e passei a deitar-me. Mais uma noite, e eu estava amando isso. 
Ai está o prólogo, amanha posto o primeiro capitulos, bjão! 
Espero que gostem!

5 de mar. de 2014

Classic - 05



- Você está melhor? - Jasmine abriu a porta, com alguns livros nas mãos.
- Estou ótima. Foi só um susto, eu já disse.
- E então? - Jas se sentou ao meu lado, no sofá.
- E então o quê? - levantei as sombracelhas, sem tirar os olhos da tevê.
- Como foi com o Justin?
- Horrível.
- O que vocês fizeram a tarde toda? - Jasmine perguntou.
- Nada. - declarei. - Sério. Ele fez algo saudável pra mim e então depois eu o mandei embora.
- Por que? - ela indagou, indignada.
- Porque ele é um idiota, um completo idiota e eu não o suporto.
- Ele parece ser um cara legal. - ela comentou.
- Mas só parece mesmo.
- Me diga, o que ele tem de tão ruim assim?
Dessa vez, me virei para ela.
- Tudo. - disse, firme.
- Uh, certo. - Jasmine se levantou do sofá. - Mas lembre-se de que você não pode viver pra sempre presa ao passado.
Dei de ombros, não me importando.
Talvez eu estivesse mesmo vivendo presa ao passado, mas era isso o que eu queria, não era?
- A propósito - Jas falou, da porta. -, hoje nós vamos a um pub.
- Que pub?
- Um pub que o pessoal costuma frequentar nos fins de semana.
- Obrigada, mas eu dispenso. - voltei minha atenção para a tevê.
- Não tem essa de dispensar. - ela fez uma pausa. - Ou você vai ou vai.

- Está frio aqui fora. - eu disse, passando a mão nos braços. - Vou voltar pra pegar um casaco.
- Nada disso. - Jasmine me segurou. - Eu sei que você quer trocar  de roupa, mas você não vai.
- Jasmine, olha isso, essa blusa não tem mangas.
- E ela é assim mesmo, é melhor ir se acostumando.
Bufei, irritada.
Jasmine e eu havíamos discutido sobre isso.
Ela queria que eu fosse com uma saia e uma regata, mas eu neguei. O que eu queria mesmo era ir com um moletom e uma calça qualquer, mas ela não concordava com a minha opinião. No fim, após muita briga, acabei tendo que vestir uma blusa de renda soltinha e um short jeans. Pelo menos, eu a convenci a usar meia calça por baixo do short.
Eu me sentia muito exposta mostrando qualquer parte do meu corpo pras outras pessoas, mesmo que fossem apenas os braços. Pra falar a verdade, eu tinha vergonha do meu corpo, mas, quando Jasmine põe alguma coisa na cabeça, ela não tira. Ela acha que eu devo viver mais, aproveitar mais e esquecer do aconteceu. A questão é que ela não viveu o que eu vivi e não sabe como é difícil esquecer aquela noite.
Pegamos um táxi e Jasmine deu o endereço ao motorista.
- Você precisa se divertir, Morg. - ela me abraçou de lado, dentro do carro.
- E desde quando diversão é ir a um pub?
- Desde sempre. - Jasmine falou. - Você vai ver como vai ser legal sair um pouco.
- Você já esteve lá antes?
- Não, mas se o pessoal da faculdade vai, então deve ser legal.
- Eu não posso ir embora, não é? - perguntei, esperançosa, mesmo já sabendo da resposta.
- Não, não pode.
Ótimo, pensei.
O tal pub ficava um pouco longe da faculdade, mas não demoramos mais que 20 minutos pra chegar.
Pagamos o táxi e logo ele deu meia volta e foi embora. Agora eu sabia que não tinha mais saída, eu ia ter que ficar ali, querendo ou não.
A rua estava um pouco escura e a má iluminação dos postes não favorecia nada.
- É ali. - Jasmine apontou para o fim da rua, onde uma construção se destacava das demais.
As paredes eram marrons e um letreiro amarelado formava a fachada.
Respirei fundo.
Jas me puxou pelo braço e me guiou.
Nós entramos no pub e até que não era um lugar ruim. Por dentro, as paredes eram brancas, o teto alto, as lâmpadas iluminavam o local e havia um bar, assim como um palco onde uma banda desconhecida tocava uma música qualquer. As pessoas estavam em diversos lugares, rindo, conversando, bebendo. Todas pareciam ter entre seus 19-21 anos e praticamente a metade eu já havia visto lá na faculdade.
- Vamos beber alguma coisa? - Jasmine chamou minha atenção.
Assenti.
- Me dê duas cervejas, por favor. - ela pediu ao barman.
- Eu não vou beber nada com álcool, Jasmine. - falei.
- Para com isso, Morgan. É só uma cerveja.
- Tudo bem, mas só hoje.
- Aqui estão. - o barman nos entregou e eu logo dei uma golada.
Como aquilo era bom. Fazia tempo que eu não bebia e eu sentia falta disso. Não é que eu fosse uma alcoólatra ou algo do tipo, mas eu gostava de beber.
- Oi, Jas. - um garoto se aproximou da Jas. Ele era alto, tinha cabelos pretos, olhos azuis e usava uma blusa xadrex com uma calça jeans. Bonito.
- Ei, Tobby. - ela o cumprimentou. - Tobby, Morg. Morg, Tobby.
Nós apertamos as mãos e ele sorriu. E que sorriso! Os dentes perfeitamente brancos e alinhados. Sorri de volta.
- Tobby é da minha aula de Direito Penal. - ela falou para mim. - Morg é a minha melhor amiga. - dessa vez, ela se virou para ele.
- Você estão gostando daqui? - Tobby perguntou.
- Sim, é bastante agradável, não é? - Jasmine me encarou.
Eu apenas assenti.
- Onde é o banheiro? - indaguei.
- No final daquele corredor. - Tobby apontou.
Saí do banco e meus pés tocaram o chão. Girei os calcanhares e fui para o corredor. No final dele, haviam dois um banheiro, um masculino e outro feminino. Empurrei a porta do feminino e entrei.
Lavei meu rosto e me encarei no espelho.
O que eu estava fazendo?
Balancei a cabeça e suspirei.
O que custava ser normal por apenas uma noite?
Enxuguei as mãos com uma toalha de papel e empurrei a porta do banheiro.
Então eu o vi.
- Oi, Hon. - Justin chamou-me.
- O que você tá fazendo aqui?
- É proibido vir a um pub agora? - ele sorriu, sarcástico.
- Está me seguindo? - semicerrei os olhos.
- E se eu estiver?
- Então é melhor parar - me aproximei dele -, a não ser que queira ganhar outro soco.
- Uh - ele levantou as mãos -, você sabe que eu desejo qualquer coisa que venha de você.
Revirei os olhos.
Saí andando pelo corredor até chegar ao bar novamente. Justin estava do outro lado do pub e me olhava por cima da garrafa de cerveja. Haviam dois meninos ao lado dele, um era loirinho e o outro era um moreno que, pra falar a verdade, era muito bonito.
- Aquele ali não é o Justin? - Jas perguntou.
- Infelizmente.
- Vamos lá falar com ele. - ela se levantou.
- Não mesmo. - neguei com a cabeça.
- Por que? Ele foi tão gentil com você hoje.
- E daí? - cruzei os braços contra o peito - Eu não pedi por isso.
- Okay, eu não vou insistir. - ela disse, por fim.
-  Cadê o seu amigo, o Tobby? - perguntei só por perguntar mesmo.
- Não sei. - Jas deu de ombros. - Ele não é bem meu amigo, é mais meu colega de classe.
- Ele parece gostar de você.
- Urgh, ele é bonito mas... eu tenho o Luke e estou feliz com ele.
Assenti.
 Após umas 3 ou 4 cervejas, eu estava me sentindo melhor. É tão bom quando o álcool está em seu corpo e você finalmente sente uma sensação boa. Eu não era de ficar bêbada rapidamente, mas só por conseguir esquecer meus problemas, era um grande alívio.
- O que o Justin está fazendo? - Jas me chamou de volta à realidade.
- O quê? - procurei Bieber pelo pub.
Ele estava em cima do palco e ia cantar uma música.

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Oi, gatinhas.
Primeiramente, obrigada pelos comentários. Eu amo vocês, muito. Sem vocês, isso aqui não existiria. Então, vamos lá.
Feer : Prontinho! Obrigada pelo comentário.
Lu: Ai, meu Deus, eu estou encantada é com você. :)
Morg: Obrigada, amor. Seja bem vinda!
Joana: Claro. E obrigada por comentar.
Isa: Obrigada, gatinha.
Laura: Pronto, obrigada.
Nath : Linda é você, e tava sim uaheuahuh mas que que você gostou, fico feliz!
Vic: Continuo sim e obrigada pelo comentário. :)
Patrícia: Continuei!

É isso, galera.
Ah, vocês conhecem alguém que faz trailler pra fanfic? Se conhecerem, me falem, por favor.
Obrigada.
Beijos da Vic. xx


Happily - final

Depois de chorar por um tempo, a verdade me atingiu como um soco certeiro da época que o Anderson Silva ainda era meu lutador favorito. Agora nem sei mais se ele está lutando. Que seja. Levantei, arrumei meu quarto e abri as janelas: precisava trocar o ar daquele quarto e me acalmar. Tomei banho e coloquei meus moletons mais confortáveis. 
Após isso, fiz chocolate quente e peguei minhas falas para repassar - o teatro era depois de amanhã. Sei que já tinha falado tudo sem auxílio do papel diversas vezes, mas poderia engasgar ou esquecer alguma coisa. Acho que era exatamente isso que eu amava no teatro - a sua imprevisibilidade. Para cenas que são gravadas, como a televisão ou cinema, os erros podem acontecer e é só regravar o take. Mas para o teatro não: um erro arrastava todo mundo e poderia mudar o curso da história. 
- John - eu disse, com a minha voz carregada de emoção - eu te amo. Não como eu amo minhas bonecas ou meu cachorro, mas do jeito que eu amo você. - engasguei subitamente. Nesse momento eu faria uma declaração e depois cairia em prantos, mas as lágrimas me ultrapassaram. Eu não queria falar isso para Derek, talvez eu quisesse falar isso para Justin. Eu precisava falar, eu precisava entendê-lo. Porque para entender meu melhor amigo atrás da névoa de melhor amigo, era pior que aritmética. Era mais importante do que passar de ano, e ao contrário de aritmética eu queria saber a resposta e entender a pergunta. 
Li as minhas falas novamente, mas percebi que engasgara de novo em frases simples. Talvez fosse só a confusão de hoje, as emoções que fugiram de meu controle. Tinha que ser isso. 
Não sei quanto tempo passei observando o abajur da minha sala de estar, então percebi que ao contrário do que falavam, atuar não era fugir da realidade. Atuar era a minha realidade e não conseguia fazer isso se não estivesse bem. 
Deitei momentos após minha reflexão, mas não consegui dormir. Bela novidade.

O dia seguinte, aniversário de Justin, eu não conseguia falar com ele. Não que eu tivesse tentado, claro. Pensei que a realidade tivesse me atingido, mas só de manhã percebi que tinha feito aquilo com ele. Percebi de verdade que fora real. Não sabia como agir a respeito disso.Fiz um dia de spa na minha casa, para que no dia seguinte meu cabelo estivesse mais bonito e a pele mais hidratada. No fim do dia, ainda não tinha esquecido do aniversário dele. Em situações normais, eu seria a melhor pior melhor amiga do século. As circunstancias eram outras, mas com o dedo trêmulo, enviei uma mensagem: Feliz aniversário.

- Jane, sua pele está horrível! - Anymarie, a garota que ajudava com o figurino e principalmente com a minha maquiagem, exclamou. - Sei que você está ansiosa com a peça, mas deveria ter dormido pelo menos umas três horas. Você está parecendo um panda com essas olheiras! 
- Obrigada. - murmurei, enquanto Any balança a cabeça em descrença. 
Quando ela se virou, vi nos seus olhos um quê de preocupação: 
- Desculpa. Sei que é a sua grande noite e você tem todo o direito de ficar nervosa. - ela falou e baixou os grandes olhos verdes. - Você vai conseguir. 
Mordi meu lábio antes de perceber que fiz isso. Era um gesto pequeno, mas Any captou. 
- Você vai conseguir. - reafirmou. É, ela não sabia nem da metade do que se passava na minha cabeça. Ainda bem. - Agora, incline sua cabeça para trás para eu começar a minha mágica. - mandou. 
Me remexi desconfortável na cadeira que estava sentada. O vestido que eu usava era de época, bufante e tudo o mais. Era em tons de verde apagado e lilás. Meu cabelo estava preso em um coque baixo com uma trança prendendo a parte da frente do meu cabelo. O figurino de época ganhava disparado de qualquer outro figurino que já usei. Hoje só conseguia me sentir sufocada. 
- Não que você não seja linda sem maquiagem, claro. - Any disse, mas não vi sua expressão. 
Senti seus leves toques em minha pele e ouvia a movimentação fora do meu camarim. 
- Você é uma sortuda. - arqueei as sobrancelhas - Não mexa as sobrancelhas! - ralhou - Derek. 
- Ah. - falei. - Não gosto dele. 
- Hum. - murmurou e percebi que estava concentrada. Fiquei grata por ela não continuar no assunto de beijá-lo. - É o Justin, não é? 
Engasguei, mesmo não comendo nada. Ela riu. 
- Sabia. - disse ainda sorrindo - Acho que vi o carro dele estacionar agora há pouco. 
Paralisei por um segundo. Meu camarim tinha uma janela para o estacionamento. Vi que pulei de súbito, assustando-a. Antes que pudesse processar o que estava fazendo, saí correndo. 
- Jane - Anymarie gritou - Onde você está indo? Eu ainda não acabei sua maquiagem! 
Só percebi de fato onde estava indo quando cheguei lá. Estava no estacionamento, quase perto do carro de Justin. Não sabia como conseguira correr com o vestido nos meus calcanhares, já que eu achava difícil ter de levantar o vestido para correr. De qualquer forma, avistei a cabeça loira e me aproximei silenciosamente. Não que minha intenção fosse ser silenciosa, mas eu não conseguiria de outra forma: estava até prendendo a respiração. 
- Justin – toquei seu braço – eu sou que nem a mentira, lembra? Tenho pernas curtas. – falei, meio que brincando.
Ele se virou para mim, o semblante surpreso. 
- O que você está fazendo aqui? - perguntou, mas não estava sendo grosseiro ou curto com as palavras. Apenas perguntou, como se se preocupasse. 
Abri a boca, mas nada saiu. 
- Entra aqui. - ele disse abrindo as portas do carro - Está muito frio aqui fora. 
Concordei com a cabeça, e abri a porta do carona, tendo um pouco de dificuldade de entrar por conta do vestido enorme. Consegui e fechei a porta. Justin acendeu as luzes fracas e amarelas. Da última vez que eu estive aqui fora terrível. 
- Pensei que era boa com improviso. - falei, meio que me lamentando. E eu era, em cima dos palcos. 
Justin esboçou um sorriso. Aquilo estava me matando. Eu queria falar coisas ruins para ele, só para ele se sentir como eu me senti. A outra parte de mim queria apenas abraçá-lo, ter seus lábios colados juntos ao meu. Antes de tudo eu queria alguma coisa que explicasse seu comportamento, para encerrar minhas dúvidas. 
- O que está acontecendo? - perguntei e ele manteve sua expressão séria. 
- Muitas coisas. - ele disse - Eu acho que estou perdendo o controle da minha vida. - olhou para baixo - Digo, aquele dia do Derek, eu quase dei um soco nele só de ver ele dando em cima de você. Foi por isso que saí tão rápido, não queria me descontrolar. - silêncio - Mas acabei fazendo isso com a pessoa que eu menos queria magoar no mundo. Ter a sensação de que você poderia ser dele me fez perder a cabeça. Logo Derek que é o mais bonito e rico e inteligente... - ele disse e eu sorri de leve. Ele achar isso de Derek era tão patético. 
- Então - continuou - quando na minha festa surpresa você não estava lá, percebi que tinha te magoado muito. - ele me encarou, com seus olhos cor de mel exalando sinceridade - E que não fazia sentido aquela festa sem você. - Me desculpe - pediu novamente - Eu queria apenas pedir desculpa para você aquele dia e talvez te levar para a balada. Mas perdi o controle de novo e... - ele olhou para mim, meio que angustiado. 
- Ahn? - murmurei baixinho. 
- Quando você falou "sim" para mim, não pude evitar me comparar com Derek. Ele nem te deu a oportunidade de falar não e eu não perguntei se podia fazer tudo aquilo com você. - ele travou o maxilar. 
Passei a mão por seu rosto e ele fechou os olhos. 
- Justin - comecei - primeiramente eu queria aquilo tanto quanto você. E o Derek não é tudo isso. Ele pode ser tudo o que falam por aí, mas para mim ele é só meu companheiro de cena. Só isso. - sorri brevemente - Eu não tive autonomia de escolher meu par, porque não sou a diretora e não tenho culpa de ter química com ele. Mas sou eu que dirijo a minha vida e nela eu escolho você. Não me importo se tenho química com o Derek em cima dos palcos, porque fora deles quem me faz explodir é você. Você... - mas não pude terminar de falar porque os lábios de Justin já estavam nos meus e eu gostava muito daquela sensação para interrompê-la. Partimos o beijo e ele falou: 
- Não sabia se aguentaria ver você beijando ele essa noite. - admitiu. - Quase não vim. 
- Na verdade, eu acho que não vou suportar fazer essa cena também. - sorri para ele, enquanto Justin me encarava confuso. - Não quero mais fazer esse teatro. Hoje eu só quero ficar com você e não fazer mais nada além de representar eu mesma. 
- Tem certeza? - perguntou. 
- Mais do que nunca. - afirmei - E aliás, desculpa não ter falado nada sobre seu aniversário. 
- Não importa. Você está aqui agora, não está? - fiz que sim com a cabeça - Não posso desejar nada além disso.
Então ele pisou no acelerador e estávamos viajando sem rumo, embora soubéssemos que nosso caminho era certeiro contanto que estivéssemos juntos. 
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Oi! Tudo bem? Como está sendo o feriado para vocês? O meu está sendo bom, quero ler mais e estudar, e enfim... O que acharam? me contem nos comentários, quero muito saber! 
Respondendo aos comentários:
Feer: Oi! Obrigada! De verdade. O que achou desse final? Sua opinião é importante, beijos! 
Gabriela: Obrigada! 
Bruna: Oi! O que achou? Obrigada por comentar! hehe
Anônimo: Aqui! :D Espero que tenha gostado!
Anônimo: Obrigada! Sério que você gostou? Beijos!
Lu Olha que felicidade! Nos falamos ontem pelo facebook. Espero que tenha gostado, hehe. KKKKKK ri com seu comentário! E espero que tenha gostado, Lu! Já disse e torno a dizer: sua opinião é muito importante para mim. 
Isamara: Oi! Ah, que fofa! Aqui, o que achou? 
Patrícia: :D 
Anônimo: S2 O que achou? 
Victoria: KKKKK Aqui! O que achou? Espero que tenha gostado! Beijos!
Nathalia: Patrick é divo! Obrigada por comentar! Da onde você é? Tem twitter? Espero que tenha gostado... Beijos! 

Divulgando: imagineteen00.blogspot.com


 Beijos, 
Audrey.